NOITE DE VIOLÊNCIA: HOMEM DE 40 ANOS É MORTO A TIROS E SUSPEITO É PRESO EM APARECIDA
Um homem de 40 anos foi morto a tiros em plena via pública na noite de sexta-feira, 25 de setembro de 2026, no bairro Santa Clara, em Guaratinguetá. Após as primeiras diligências, um jovem de 20 anos apontado como suspeito foi localizado na região de Aparecida e preso.
O crime aconteceu na Avenida Alfredo Lisboa. A Polícia Militar foi acionada depois que moradores relataram disparos de arma de fogo na região.
Quando os policiais chegaram ao endereço, encontraram a vítima caída na rua, apresentando ferimentos provocados pelos tiros. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi chamada, mas o homem não resistiu. A morte foi constatada ainda no local.
A identidade da vítima não havia sido oficialmente divulgada até a última atualização. Também não foram informados os horários exatos do ataque e da prisão do investigado.
A área onde o corpo foi encontrado foi isolada pela Polícia Militar para evitar que possíveis vestígios fossem alterados antes da chegada das equipes responsáveis pela investigação.
A Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas. Durante o trabalho no local, os peritos identificaram perfurações no corpo da vítima e localizaram cápsulas de munição nas proximidades.
O material foi recolhido e deverá ser submetido a exames periciais. A quantidade de cápsulas e o calibre da arma utilizada não foram divulgados.
Os exames poderão ajudar a esclarecer quantos tiros foram disparados, a trajetória dos projéteis e a posição aproximada do autor no momento do crime. O corpo também deverá passar por exame necroscópico no Instituto Médico Legal.
Testemunhas que estavam nas proximidades foram ouvidas durante as primeiras diligências. Conforme as informações registradas pela polícia, os relatos indicaram a possível participação de um jovem de 20 anos.
O investigado teria sido visto perto da vítima antes dos disparos. A polícia não informou se os dois se conheciam, se houve alguma discussão ou qual seria o motivo do encontro.
Com as características do suspeito, as equipes iniciaram buscas pela região. O jovem acabou localizado posteriormente no município de Aparecida.
Ele foi abordado, conduzido à delegacia e interrogado. Em depoimento, negou ter cometido o homicídio.
Mesmo com a negativa, a Polícia Civil entendeu que os elementos reunidos naquele momento eram suficientes para manter a prisão em flagrante. A autoridade policial também solicitou à Justiça a conversão do flagrante em prisão preventiva.
O pedido foi analisado e aceito. Com a decisão, o jovem permanece preso enquanto as investigações continuam.
A prisão preventiva não representa uma condenação. Ela é uma medida cautelar adotada durante o andamento da investigação e do processo. A responsabilidade criminal do suspeito somente poderá ser definida pela Justiça depois da análise das provas e do direito à defesa.
A ocorrência foi registrada como homicídio qualificado consumado. Até o momento, porém, não foi divulgado qual elemento levou à aplicação da qualificadora no registro policial.
A motivação do assassinato continua desconhecida. A Polícia Civil também deverá esclarecer como o autor chegou ao local, se outras pessoas participaram do crime e qual foi o caminho utilizado durante a fuga.
Câmeras de segurança instaladas na Avenida Alfredo Lisboa e em imóveis próximos poderão ser procuradas pelos investigadores. As imagens podem ajudar a reconstruir a movimentação antes e depois dos disparos.
A polícia também deve confrontar os depoimentos das testemunhas com os vestígios recolhidos pela perícia. Eventuais imagens, registros telefônicos e demais elementos obtidos durante a apuração poderão ser incorporados ao inquérito.
Até a última atualização, não havia informação sobre a localização da arma utilizada no homicídio. Também não foi divulgado se algum objeto foi apreendido com o suspeito durante a abordagem em Aparecida.
A identidade do investigado não foi informada. Por isso, a reportagem não conseguiu localizar sua defesa. O espaço permanece aberto para manifestação dos responsáveis pela defesa do suspeito.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para esclarecer a autoria, a dinâmica e a motivação da morte do homem de 40 anos.


