Quarta-feira, Junho 24, 2026
Cidades

CONDENADO POR VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A PRÓPRIA FILHA DE 2 ANOS É PRESO EM BARRA MANSA APÓS DECISÃO DA JUSTIÇA


Um homem de 33 anos, condenado a 16 anos e quatro meses de prisão por violência sexual contra a própria filha, foi preso pela Polícia Civil no início da tarde desta quarta-feira, dia 24, em Barra Mansa, no Sul do Rio de Janeiro. O caso ocorreu em 2019, quando a criança tinha apenas 2 anos, e resultou em uma condenação judicial após investigação, indiciamento e tramitação do processo na Comarca do município.

De acordo com a Polícia Civil de Barra Mansa, a investigação teve início depois que a mãe da vítima acionou as autoridades. Na época dos fatos, a criança foi encontrada em uma situação que indicava sinais de agressão, o que levou à abertura do procedimento policial e ao encaminhamento do caso para apuração. A ocorrência passou a ser investigada pela delegacia responsável, com posterior envio à Justiça.

Durante a apuração, o homem negou as acusações. Mesmo assim, conforme a Polícia Civil, ele foi indiciado e passou a responder ao processo em liberdade. A análise do caso avançou no Judiciário até a sentença proferida na segunda-feira, dia 22, pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Especial Adjunto Criminal da Comarca de Barra Mansa.

Na decisão, o acusado foi condenado à pena de 16 anos e quatro meses de prisão. A partir da condenação, os policiais civis iniciaram as diligências para localizar o homem e cumprir o mandado expedido pela Justiça. A primeira tentativa ocorreu na residência do condenado, mas ele não foi encontrado no imóvel.

Com o avanço das buscas e o levantamento de novas informações, os agentes conseguiram identificar o local onde o homem trabalhava. A equipe então seguiu até uma empresa situada às margens da Via Dutra, no bairro Saudade, em Barra Mansa. No endereço, o condenado foi localizado e preso pelos policiais.

Após a prisão, o homem foi encaminhado para a delegacia de Barra Mansa, unidade responsável pelo caso. Ele passou pelos procedimentos legais e será transferido para o sistema prisional, onde deverá cumprir a pena determinada pela Justiça.

A identidade do condenado não foi divulgada. Os dados da vítima também foram preservados, conforme determina a legislação em casos que envolvem crianças e adolescentes. A preservação dessas informações busca proteger a vítima e evitar qualquer tipo de exposição indevida.

O caso, registrado inicialmente em 2019, teve desdobramento nesta semana com a condenação e posterior prisão do acusado. A ação da Polícia Civil ocorreu após a Justiça determinar o cumprimento da pena, encerrando a etapa de localização do condenado e dando início ao cumprimento da sentença no sistema prisional.

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