Terça-feira, Abril 28, 2026
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BEBÊ MORTO EM CRUZEIRO SOFREU TRAUMATISMO CRANIANO; VELÓRIO É RESTRITO À FAMÍLIA

A morte do bebê Yan Miguel da Silva Diniz, de apenas 29 dias, segue cercada de comoção e novos desdobramentos em Cruzeiro. Segundo informações apuradas com exclusividade, a criança sofreu traumatismo craniano, elemento que passa a integrar oficialmente a linha de investigação conduzida pela Polícia Civil.

O recém-nascido morreu após dar entrada em estado gravíssimo na Santa Casa de Misericórdia de Cruzeiro, na tarde desta segunda-feira, dia 27 de abril. Conforme já divulgado, equipes médicas tentaram reanimar o bebê por mais de trinta minutos, mas o óbito foi confirmado ainda na unidade hospitalar.

De acordo com relatos médicos registrados no boletim de ocorrência, Yan Miguel chegou ao hospital apresentando ausência de sinais vitais, sangramento pelas vias aéreas, coloração arroxeada, hematomas e outros sinais considerados incompatíveis com uma morte natural.

A confirmação do traumatismo craniano amplia a gravidade do caso e reforça a investigação por homicídio contra menor de 14 anos.

Os pais, identificados pelas iniciais M.S.D. e R.C.S.M., permanecem presos após decisão da autoridade policial, que considerou os elementos colhidos suficientes para lavratura do flagrante.

Durante a apuração, a Polícia Civil ouviu médicos, enfermeiros e testemunhas, além de analisar prontuários médicos e relatos considerados fundamentais para o andamento do caso.

Segundo o boletim, o casal apresentou versões contraditórias sobre as circunstâncias que antecederam a morte da criança. Ambos também admitiram uso de drogas horas antes do ocorrido.

O Instituto Médico Legal segue responsável pelos exames periciais, que deverão apontar oficialmente a causa da morte e esclarecer a dinâmica completa dos fatos.

O velório de Yan Miguel ocorre de forma restrita aos familiares. O sepultamento está marcado para esta terça-feira, dia 28 de abril, no Cemitério Municipal de Cruzeiro.

A morte do bebê gerou forte repercussão na cidade e continua provocando indignação entre moradores, especialmente diante das suspeitas de violência e das circunstâncias reveladas durante a investigação.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Cruzeiro.

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