Domingo, Agosto 9, 2026
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TIRO DENTRO DA AMAN: SOLDADO É BALEADO DURANTE SERVIÇO, PASSA POR CIRURGIA E PLANO DE DEFESA É ACIONADO EM RESENDE


Uma noite de tensão dentro de uma das mais importantes instituições militares do país terminou com um soldado baleado, atendimento de emergência, cirurgia e o acionamento de um protocolo interno de segurança. O caso aconteceu na noite de sábado, dia 8 de agosto, dentro da Academia Militar das Agulhas Negras, a AMAN, em Resende, no Sul Fluminense. Segundo a própria instituição, o disparo que atingiu a vítima teria sido efetuado por outro militar.

O soldado estava de serviço quando foi atingido nas proximidades do Curso de Cavalaria da Academia. As circunstâncias exatas dos segundos que antecederam o tiro ainda não foram esclarecidas publicamente. Até a tarde deste domingo, dia 9, a AMAN não havia informado se os dois militares cumpriam serviço juntos, qual atividade realizavam naquele momento ou o que teria provocado o disparo.

Logo após o ocorrido, o militar ferido recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhado ao Hospital de Emergência de Resende. Na unidade, passou por exames e precisou ser submetido a uma cirurgia. De acordo com a atualização fornecida pela Academia, o quadro de saúde do soldado é estável.

A instituição não revelou em qual região do corpo o militar foi atingido, quantos disparos ocorreram ou qual arma estava envolvida no episódio. Também não foi informado se a arma utilizada era de serviço ou se foi apreendida para algum procedimento técnico.

A informação de que o tiro teria partido de outro militar tornou o episódio ainda mais cercado de perguntas. Até a última atualização oficial, não havia esclarecimento sobre eventual discussão, falha durante manuseio de armamento, acidente ou qualquer outra hipótese que pudesse explicar o que aconteceu.

Por isso, neste momento, não é possível afirmar se o disparo foi acidental ou intencional. A própria AMAN informou apenas que as circunstâncias estão sendo apuradas.

A identidade do soldado ferido foi preservada. A Academia também não divulgou o nome, a patente ou a função do outro militar apontado como responsável pelo disparo.

Outro ponto que não foi esclarecido é a situação desse militar após o ocorrido. Não há confirmação pública, até o momento, de prisão, detenção, afastamento ou outra medida específica adotada contra ele.

Diante do episódio, a AMAN acionou o chamado Plano de Defesa. O procedimento é utilizado dentro de organizações militares para orientar a atuação das equipes em situações consideradas capazes de representar risco à segurança do aquartelamento.

O acionamento estabelece medidas internas de segurança e mobilização conforme os protocolos da unidade. A Academia, porém, não detalhou quais ações específicas foram realizadas durante o Plano de Defesa na noite de sábado nem por quanto tempo o protocolo permaneceu ativado.

A ocorrência aconteceu nas proximidades do Curso de Cavalaria, uma das estruturas de formação existentes dentro da Academia Militar das Agulhas Negras. A AMAN é uma instituição de ensino superior do Exército Brasileiro responsável pela formação dos oficiais combatentes de carreira da Força Terrestre.

Depois do atendimento ao soldado e das primeiras providências de segurança, a Academia informou que foram iniciados os procedimentos jurídicos e administrativos necessários para esclarecer o episódio.

Essas apurações deverão buscar respostas para questões que permanecem abertas, principalmente a dinâmica do disparo, o que aconteceu entre os militares antes do tiro e as circunstâncias em que a arma foi acionada.

Até o momento, a instituição não anunciou publicamente uma conclusão preliminar sobre responsabilidade.

Também não foram divulgadas informações sobre a presença de testemunhas no momento do disparo ou eventual existência de imagens de câmeras de segurança que possam auxiliar na reconstrução do episódio.

A Academia informou ainda que está prestando apoio ao soldado ferido e à família durante o período de recuperação.

O estado de saúde estável divulgado pela instituição é, por enquanto, a atualização mais recente sobre a vítima. Não há informação pública sobre previsão de alta, tempo esperado de internação ou necessidade de novos procedimentos médicos.

Até a tarde deste domingo, também não haviam sido divulgados idade, cidade de origem ou demais dados pessoais dos militares envolvidos.

Assim, o episódio permanece sob investigação dentro da AMAN. O que está confirmado é que um soldado que estava de serviço foi atingido por um disparo, o tiro teria sido efetuado por outro militar, a vítima precisou passar por cirurgia e o Plano de Defesa da Academia foi acionado logo após o ocorrido.

As respostas sobre como uma arma foi disparada contra um militar dentro do próprio aquartelamento e o que aconteceu imediatamente antes do tiro dependem agora dos procedimentos instaurados pela Academia.

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