Segunda-feira, Julho 13, 2026
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DUAS FAMÍLIAS VIVEM A ANGÚSTIA DE PROCURAR DESAPARECIDOS EM CRUZEIRO E LAVRINHAS


Duas famílias do Vale Histórico vivem dias de angústia, espera e esperança. Em Cruzeiro, Ruan Franklin Duque Germano, de 31 anos, está desaparecido desde que saiu de casa no bairro Parque Primavera e não retornou. Em Lavrinhas, Antônio Martins, de 68 anos, diagnosticado com Alzheimer, também segue desaparecido e pode estar desorientado. São dois casos diferentes, sem relação entre si, mas unidos pela mesma dor de familiares que buscam respostas e pedem apoio da população para ampliar as buscas.

Neste momento, compartilhar as informações pode ajudar. Uma publicação enviada em grupos de WhatsApp, redes sociais, páginas comunitárias ou repassada entre moradores de bairros próximos pode fazer diferença. Em casos de desaparecimento, uma câmera, uma lembrança, uma informação aparentemente simples ou um possível avistamento podem ajudar a direcionar a investigação e aproximar as famílias de uma resposta.

O desaparecimento de Ruan foi comunicado à Polícia Civil pela mãe dele, que registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Plantão. Segundo o registro, ele foi visto pela última vez na noite de 2 de julho, quando saiu de sua residência, localizada na Rua Onésimo Ribeiro, no bairro Parque Primavera, em Cruzeiro. Desde então, não voltou para casa e não foi localizado.

Ainda conforme o boletim, a mãe informou que o filho nunca havia desaparecido dessa forma. A declaração aumentou a preocupação da família, que tenta entender o que aconteceu depois que Ruan deixou a residência. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que realiza diligências em busca de informações sobre o paradeiro dele.

Durante as apurações, a Polícia Civil realizou consultas ao sistema Muralha Paulista, ferramenta de monitoramento que pode auxiliar na identificação de deslocamentos e veículos. A investigação busca reunir elementos que ajudem a esclarecer os últimos passos de Ruan e encontrar pistas que possam indicar onde ele está.

Em Lavrinhas, a preocupação envolve Antônio Martins, de 68 anos. Segundo a família, ele é diagnosticado com Alzheimer e pode estar desorientado, sem conseguir informar corretamente quem é, onde mora ou como pedir ajuda. Antônio está desaparecido desde a terça-feira, 23 de junho, e o caso mobiliza familiares, moradores, forças de segurança e a Prefeitura de Lavrinhas.

Câmeras de segurança registraram Antônio caminhando com feixes de bambu no bairro Rio Claro, região de divisa com Queluz. No momento do desaparecimento, segundo as informações repassadas, ele vestia camiseta azul ou roxa, calça preta, boné e chinelo. Esses detalhes são fundamentais para que moradores possam reconhecer o idoso caso tenham visto alguém com essas características.

O caso de Antônio exige atenção especial por causa do Alzheimer. Pessoas diagnosticadas com a doença podem caminhar por longas distâncias, ficar confusas, não reconhecer locais conhecidos, não conseguir voltar para casa e ter dificuldade para pedir ajuda. Por isso, qualquer informação deve ser repassada rapidamente às autoridades ou à família.

As buscas por Antônio contam com apoio da Polícia Civil, Polícia Militar, familiares, moradores e da Prefeitura de Lavrinhas. A orientação é que a população fique atenta em áreas rurais, bairros afastados, beiras de estrada, sítios, chácaras, terrenos, construções abandonadas, pontos de ônibus e caminhos usados por moradores da zona rural.

Quem tiver informações sobre Antônio Martins pode acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 ou entrar em contato diretamente com a família pelo número (12) 99176-0260. No caso de Ruan Franklin Duque Germano, qualquer informação sobre o paradeiro dele também deve ser comunicada imediatamente às forças de segurança.

A dor de quem procura alguém desaparecido é feita de perguntas sem resposta. Onde está? Alguém viu? Passou por algum bairro? Está bem? Precisa de ajuda? Para as famílias, cada hora sem notícia pesa. Por isso, a divulgação das informações é importante para ampliar o alcance das buscas e fazer com que mais pessoas fiquem atentas.

As famílias pedem que moradores de Cruzeiro, Lavrinhas, Queluz e cidades vizinhas observem as características dos desaparecidos, conversem com conhecidos e repassem qualquer pista às autoridades. Um detalhe que parece pequeno pode ser decisivo para orientar uma busca, confirmar um caminho ou abrir uma nova linha de investigação.

Ruan e Antônio seguem sendo procurados. Em Cruzeiro, uma mãe espera notícias do filho que saiu de casa e não voltou. Em Lavrinhas, uma família busca um idoso com Alzheimer que pode estar perdido e desorientado. Neste momento, solidariedade, atenção e informação podem ajudar a transformar a angústia das famílias em esperança de reencontro.

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