Domingo, Junho 14, 2026
Cidades

CRUELDADE NO RETIRO: ETELVINA É MORTA A TIROS NO ESCADÃO DA 31 DE MARÇO E CASO GERA REVOLTA EM VOLTA REDONDA


A morte de Etelvina Custodia, de 41 anos, provocou revolta e comoção em Volta Redonda. Ela foi encontrada morta a tiros na localidade conhecida como 31 de Março, no bairro Retiro, em um caso que abalou moradores, familiares e pessoas próximas. A vítima, segundo relatos que circulam entre conhecidos, seria uma mulher inocente, sem envolvimento com conflitos, e deixa filhos, amigos e uma comunidade marcada pela dor da despedida.

O crime aconteceu na madrugada de sexta-feira, dia 12, no escadão da 31 de Março, no bairro Retiro. Etelvina foi encontrada com ferimentos provocados por disparos na boca e em uma das pernas. A área foi preservada para o trabalho da perícia, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil, que deverá esclarecer a dinâmica do homicídio, a autoria e a motivação.

Inicialmente, a vítima ainda não havia sido identificada oficialmente. Posteriormente, informações do serviço funerário de Volta Redonda confirmaram o nome de Etelvina Custodia, de 41 anos. O corpo teve origem no Instituto Médico Legal de Volta Redonda, e o sepultamento ocorreu neste sábado, dia 13, no Cemitério Municipal do Retiro.

A brutalidade do crime causou indignação. Entre moradores e pessoas próximas, o sentimento é de revolta diante da morte de uma mulher descrita como inocente. Uma conhecida da vítima afirmou, em contato com página local, que Etelvina era “uma mãe que agora deixa seus filhos, morta sem motivo”. A frase resume o sentimento de quem acompanha mais um episódio de violência que interrompe uma vida e destrói uma família.

Nas redes sociais e entre moradores, também circula a versão de que um homem teria assumido envolvimento na morte de Etelvina antes de ser morto em outro episódio de violência. Segundo esses relatos, ele teria dito que matou uma inocente no escadão da 31 de Março. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil e deve ser apurada pelas autoridades antes de qualquer conclusão sobre ligação entre os casos.

A investigação deverá analisar se há relação entre os episódios mencionados por moradores, além de apurar quem participou do homicídio, qual foi a motivação e se Etelvina foi atingida por engano ou escolhida como alvo. Até que a apuração avance, o caso segue cercado de perguntas e de uma dor que tomou conta da comunidade.

A morte de Etelvina expõe novamente a insegurança vivida por moradores de áreas marcadas pela violência. Quando uma mãe é morta em um escadão, com relatos de que não tinha envolvimento com crime, a revolta ultrapassa a família e se espalha pelo bairro. A população cobra respostas, investigação rigorosa e responsabilização dos envolvidos.

Mais do que uma ocorrência policial, o caso representa uma vida interrompida de forma brutal. Etelvina deixa filhos, familiares, amigos e uma comunidade que agora convive com a tristeza de uma despedida marcada pela violência. O sepultamento no Cemitério do Retiro reuniu a dor de quem conhecia a vítima e a indignação de quem pede justiça.

A Polícia Civil deverá seguir com as investigações para esclarecer todos os pontos do crime. A identificação dos autores, a motivação e a possível relação com outros episódios de violência serão fundamentais para dar respostas à família e à população de Volta Redonda.

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