Quinta-feira, Outubro 22, 2026
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MULHER MORRE ATROPELADA NA DUTRA EM LORENA; MOTORISTA DIZ QUE NÃO VIU A VÍTIMA E SÓ PERCEBEU O FORTE IMPACTO NO CARRO


Uma mulher que ainda não havia sido identificada morreu após ser atropelada por um automóvel na noite de quarta-feira (21), na Rodovia Presidente Dutra, em Lorena, no Vale do Paraíba. O acidente aconteceu na altura do km 53, nas proximidades do shopping da cidade, e terminou com a vítima sendo socorrida em estado grave e encaminhada à Santa Casa de Lorena, onde não resistiu aos ferimentos. A motorista envolvida no atropelamento, de 37 anos, afirmou à Polícia Civil que trafegava pela faixa da esquerda quando ouviu um forte impacto na lateral direita do veículo, provocando a quebra do vidro do passageiro e outros danos ao automóvel. Segundo seu relato, ela não chegou a visualizar a mulher antes da colisão e somente suspeitou que havia atropelado alguém depois de parar no acostamento e receber informações de uma testemunha que encontrou uma pessoa caída às margens da rodovia.

De acordo com as informações registradas no boletim de ocorrência, o atropelamento aconteceu por volta das 18h50, em um trecho da Via Dutra que passa pelo município de Lorena. A condutora relatou aos policiais que seguia pela faixa da esquerda, desenvolvendo velocidade aproximada de 90 quilômetros por hora, quando foi surpreendida por um barulho intenso vindo da lateral direita do automóvel. O impacto foi suficiente para quebrar o vidro da porta do passageiro e provocar outros danos à estrutura do carro. A motorista declarou que não conseguiu perceber o que havia atingido o veículo naquele momento, já que, conforme sua versão, não havia visualizado qualquer pessoa à frente ou ao lado do automóvel antes da colisão. A velocidade mencionada corresponde exclusivamente à informação prestada pela condutora, não havendo divulgação de uma conclusão pericial que tenha confirmado esse dado.

Após perceber o impacto, a mulher conduziu o automóvel até o acostamento e interrompeu a viagem para verificar o que havia acontecido. Nesse momento, recebeu auxílio de outra motorista, que também parou na rodovia. Conforme o relato apresentado à Polícia Civil, a testemunha percebeu a presença de uma pessoa caída às margens da pista, circunstância que levou a condutora envolvida no acidente a considerar a possibilidade de ter ocorrido um atropelamento. Até então, segundo a versão apresentada pela motorista, ela não havia identificado a mulher que acabou sendo atingida. A condutora permaneceu no local e colaborou com os procedimentos relacionados ao atendimento da ocorrência. As informações disponíveis não esclarecem a posição exata da vítima no instante da colisão nem como ela chegou ao trecho da rodovia onde ocorreu o acidente.

A vítima foi encontrada com ferimentos graves e precisou receber atendimento de emergência. Após o socorro, foi encaminhada à Santa Casa de Lorena, unidade hospitalar que recebeu a mulher na tentativa de atendimento das lesões provocadas pelo atropelamento. Apesar de ter sido retirada do local ainda com vida, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu. Não foram divulgados detalhes sobre a natureza das lesões, os procedimentos médicos realizados ou o intervalo entre a chegada ao hospital e a confirmação da morte. A ocorrência mobilizou os serviços responsáveis pelo socorro e posteriormente foi encaminhada para os procedimentos policiais destinados ao esclarecimento das circunstâncias da colisão.

Um dos principais pontos ainda pendentes é a identificação da mulher atropelada. Conforme as informações disponibilizadas sobre a ocorrência, ela estava sem documentos pessoais quando recebeu atendimento, o que dificultou o reconhecimento imediato de sua identidade. Até a divulgação dos primeiros detalhes do caso, não haviam sido confirmados oficialmente o nome, a idade, o endereço ou o município de residência da vítima. Também não foram apresentadas informações sobre a existência de familiares que pudessem contribuir para sua identificação. A ausência desses dados impede esclarecer se a mulher morava em Lorena, se estava de passagem pela região ou qual seria seu destino no momento em que foi atingida pelo automóvel.

A dinâmica do atropelamento ainda apresenta questões que dependerão da apuração policial. Embora a motorista tenha relatado que trafegava pela faixa da esquerda e não tenha visto a vítima antes do impacto, não foi esclarecido se a mulher tentava atravessar a rodovia, caminhava nas proximidades das faixas de circulação ou estava em outra posição quando ocorreu a colisão. Também não há confirmação sobre o sentido em que o veículo seguia, as condições de iluminação do trecho naquele momento ou a existência de imagens capazes de esclarecer o acidente. Essas informações são importantes para a reconstituição dos acontecimentos e para determinar de que maneira ocorreu o contato entre o automóvel e a pedestre.

O caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio culposo na direção de veículo automotor, classificação prevista na legislação de trânsito para situações em que uma pessoa morre em decorrência de uma conduta sem intenção de matar. O enquadramento inicial permite a apuração das circunstâncias do acidente, mas não significa que a responsabilidade da motorista já tenha sido comprovada. A investigação deverá considerar os relatos apresentados, os vestígios do impacto e outros elementos eventualmente reunidos pelas autoridades competentes. Até o momento, não foram divulgadas conclusões oficiais que permitam atribuir responsabilidade definitiva à condutora ou apontar a conduta da pedestre como causa do atropelamento.

O trecho da Rodovia Presidente Dutra onde ocorreu a colisão integra uma das principais ligações rodoviárias do país, responsável por conectar os estados de São Paulo e Rio de Janeiro e atender ao tráfego de longa distância e aos deslocamentos entre os municípios do Vale do Paraíba. Na região de Lorena, a rodovia também passa por áreas próximas a estabelecimentos comerciais e acessos urbanos. A presença de pedestres nas proximidades de uma rodovia de tráfego rápido exige atenção às condições de circulação e aos locais destinados à travessia, embora não haja informação oficial de que a vítima estivesse tentando atravessar a pista neste caso específico.

A morte da mulher foi confirmada após seu encaminhamento à Santa Casa de Lorena, enquanto o registro policial reuniu o relato da condutora e as informações iniciais sobre a ocorrência. A motorista afirmou que não percebeu a presença da vítima antes do impacto, parou no acostamento após a colisão e permaneceu no local para colaborar com o atendimento. A identidade da pedestre continuava sem confirmação nas informações públicas disponíveis, assim como a dinâmica exata do atropelamento. A apuração deverá esclarecer as circunstâncias em que a mulher foi atingida no km 53 da Via Dutra e avaliar os elementos necessários para a definição das responsabilidades relacionadas à ocorrência.

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