Sexta-feira, Outubro 16, 2026
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FOGO NO PRESÍDIO: DETENTO INCENDEIA PEDAÇOS DE COLCHÃO, TRÊS INALAM FUMAÇA E POLÍCIA CIVIL VAI INVESTIGAR CASO EM ITAJUBÁ


Um princípio de incêndio provocado por um detento mobilizou policiais penais e terminou com três pessoas encaminhadas para atendimento médico na tarde desta sexta-feira, 16 de outubro, no Presídio de Itajubá, no Sul de Minas. Segundo a administração da unidade, o preso colocou fogo em pedaços de colchão e lançou o material em chamas no corredor de um dos blocos. A ocorrência exigiu uma resposta rápida dos agentes para controlar o fogo, retirar os demais detentos da área atingida e impedir que as chamas se espalhassem para outras dependências. Depois da situação ser contida, a administração informou que a rotina do presídio foi mantida normalmente e não houve novas intercorrências.

De acordo com as informações divulgadas pela unidade prisional, o fogo começou dentro de um dos blocos depois que o detento ateou fogo em partes de colchão e arremessou o material em chamas para o corredor. A fumaça se espalhou pelo ambiente e obrigou os policiais penais a agir imediatamente. Os agentes conseguiram controlar as chamas e organizar a retirada dos presos que estavam no setor, levando todos para uma área considerada segura enquanto o atendimento da ocorrência era realizado.

Durante a atuação dos policiais penais, dois agentes e um detento acabaram inalando fumaça e precisaram ser encaminhados para atendimento hospitalar. Segundo a administração do presídio, os três foram avaliados por equipes médicas e receberam alta posteriormente. Até o momento, não há informação sobre queimaduras, ferimentos graves ou necessidade de internação prolongada de qualquer uma das pessoas atendidas.

A situação também gerou procedimentos internos e criminais. O detento apontado como responsável pelo incêndio deverá responder administrativamente dentro do sistema prisional, enquanto a Polícia Civil ficará responsável pela apuração criminal e pela realização da perícia. O trabalho pericial deverá ajudar a esclarecer como o fogo foi iniciado, qual foi a extensão dos danos causados e se houve qualquer outro elemento relevante para a investigação.

A administração prisional não divulgou o nome nem a idade do preso apontado como responsável pela ocorrência. Também não informou, até o momento, qual teria sido a motivação para o ato, o bloco exato onde o incêndio aconteceu ou quantos detentos precisaram ser retirados do setor durante a ação de segurança.

Apesar do episódio, não há indicação de que o caso tenha evoluído para rebelião, motim generalizado ou tentativa de fuga. As informações divulgadas até agora apontam para uma ação individual atribuída a um detento, com o fogo concentrado em pedaços de colchão lançados em um dos corredores da unidade.

O controle rápido das chamas impediu que o fogo atingisse outras áreas do presídio. A retirada preventiva dos detentos que estavam próximos ao local também foi realizada como medida de segurança, justamente para reduzir o risco de intoxicação por fumaça ou outros ferimentos decorrentes da ocorrência.

A fumaça gerada pelo material queimado foi o principal fator que levou ao atendimento médico das três pessoas. Ainda assim, segundo a administração, todos tiveram alta após avaliação hospitalar. Não houve informação de necessidade de transferência para outras unidades médicas ou permanência em observação por longo período.

O Presídio de Itajubá integra o sistema prisional mineiro e está sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais. A unidade está localizada no bairro Ponte Alta e atende à demanda prisional da região. Após o episódio desta sexta-feira, a administração reforçou que o funcionamento interno foi normalizado.

A investigação da Polícia Civil deverá buscar esclarecer todos os detalhes da ocorrência, inclusive a motivação do detento e as circunstâncias que antecederam o incêndio. A perícia também poderá apontar a extensão dos danos materiais provocados pelas chamas e pela fumaça no corredor e nas estruturas próximas.

Até agora, não há informação pública sobre participação de outros presos na ação. Também não foi divulgado se o detento teria utilizado algum objeto específico para iniciar o fogo ou se o material inflamável foi preparado previamente.

Outro ponto que deverá ser apurado é se o episódio provocou prejuízos relevantes à estrutura do presídio. A administração não divulgou valores de danos nem informou se algum espaço precisou ser interditado depois da ocorrência.

O preso apontado como responsável pelo incêndio deverá ser submetido às medidas administrativas previstas no sistema prisional, enquanto a investigação criminal seguirá sob responsabilidade da Polícia Civil. Eventuais desdobramentos judiciais dependerão da conclusão das apurações e da análise dos elementos reunidos no local.

Depois do controle das chamas, da retirada dos detentos da área e do encaminhamento das três pessoas que inalaram fumaça para atendimento médico, a administração prisional informou que a situação foi totalmente normalizada. O presídio retomou sua rotina sem registro de novos incidentes.

 Foto: Reprodução EPTV

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