Buraco no teto leva a furto de quase 500 peças de prata em loja de shopping de Resende
Criminosos teriam usado um buraco aberto no teto para invadir uma loja localizada dentro de um shopping de Resende e levar aproximadamente 484 peças de prata. O furto aconteceu durante a madrugada de sábado (20) e somente foi descoberto quando uma funcionária chegou ao estabelecimento para iniciar o expediente.
Ao entrar na loja, a trabalhadora percebeu que grande parte dos produtos expostos havia desaparecido. O responsável pelo estabelecimento foi comunicado e a Polícia Civil acionada para registrar a ocorrência e iniciar a apuração.
Entre os objetos levados estão brincos, colares, colares religiosos, anéis, alianças, pulseiras, braceletes e tornozeleiras. As peças faziam parte do mostruário e estavam disponíveis para comercialização.
Além das joias e acessórios, os invasores furtaram R$ 213,90 que estavam no interior do estabelecimento. O prejuízo total ainda não foi calculado, pois será necessário realizar um levantamento individual de todos os produtos desaparecidos e consultar o valor de cada item.
A quantidade de mercadorias levadas chamou a atenção dos responsáveis pelo estabelecimento. Como foram furtadas aproximadamente 484 peças, a investigação deverá apurar se mais de uma pessoa participou da ação e como os produtos foram retirados do shopping sem despertar a atenção da segurança.
Durante a verificação inicial, não foram encontradas marcas de arrombamento nas portas da loja. A ausência de danos nas entradas aumentou a suspeita de que os criminosos tenham utilizado outra passagem para acessar o estabelecimento.
Um buraco foi localizado no teto da loja e é apontado como possível caminho utilizado pelos invasores. A hipótese ainda deverá ser confirmada pela perícia, que poderá analisar os danos na estrutura, possíveis marcas deixadas no local e outros vestígios relacionados ao furto.
A forma de acesso indica que os envolvidos podem ter circulado por uma área superior ou restrita do shopping. A Polícia Civil deverá investigar como eles chegaram ao teto e se conheciam previamente a estrutura interna do empreendimento e a localização exata da loja.
Outro ponto que deverá ser esclarecido é o tempo necessário para retirar centenas de peças do estabelecimento. A quantidade de mercadorias pode ajudar os investigadores a calcular quanto tempo os criminosos permaneceram no local e se utilizaram bolsas, caixas ou algum veículo para transportar os produtos.
Imagens das câmeras de segurança do shopping e de estabelecimentos próximos poderão ser analisadas para identificar movimentações suspeitas durante a madrugada. Os registros podem mostrar o momento da entrada, a rota percorrida pelos invasores e a forma utilizada para deixar o empreendimento.
A investigação também poderá verificar câmeras instaladas em estacionamentos, corredores, áreas técnicas e acessos de funcionários. Até o momento, entretanto, não foi informado oficialmente se os equipamentos registraram os criminosos ou se alguma imagem já foi entregue à polícia.
O nome da loja e do shopping não foi divulgado. A preservação dessas informações também evita expor detalhes do estabelecimento enquanto a investigação busca identificar os responsáveis e localizar as peças furtadas.
O caso foi registrado na 89ª Delegacia de Polícia de Resende. A ocorrência deverá ser encaminhada ao setor responsável pelas investigações, que poderá ouvir funcionários, responsáveis pelo estabelecimento, vigilantes e outras pessoas que estavam no shopping durante o período em que o crime aconteceu.
A Polícia Civil também poderá levantar informações sobre o sistema de segurança, os horários de fechamento e abertura do empreendimento e as pessoas que tiveram acesso às áreas internas antes da descoberta do furto.
Até a última atualização, ninguém havia sido preso e nenhuma das peças havia sido recuperada. O prejuízo definitivo somente será conhecido depois da conclusão do inventário dos produtos desaparecidos.

