Sexta-feira, Setembro 18, 2026
Plantão Policial

Diguinho é executado com vários tiros e encontrado sob motocicleta em plena rua


Um homem de 39 anos foi morto com vários tiros na tarde desta quinta-feira (17), no bairro Jardim das Acácias, em Porto Real, no Sul Fluminense. A vítima foi identificada como Claudemir de Jesus Ramos, conhecido pelo apelido de “Diguinho”. O assassinato aconteceu na Rua 14, em plena via pública, e deixou moradores da região assustados com a sequência de disparos.

A Polícia Militar foi acionada por pessoas que ouviram os tiros e perceberam que havia um homem caído na rua. Quando chegaram ao endereço informado, os policiais encontraram Claudemir sob uma motocicleta, apresentando diversas perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. Ele já estava sem vida e não havia possibilidade de atendimento pelas equipes de emergência.

As informações preliminares indicam que Diguinho foi surpreendido pelos criminosos enquanto estava próximo à motocicleta. A dinâmica completa, entretanto, ainda não foi esclarecida. A investigação deverá determinar se ele conduzia o veículo quando foi atingido, se estava parado ou se tentou utilizar a motocicleta como proteção durante o ataque. A posição do corpo e do veículo será analisada pelos peritos durante a reconstrução do crime.

A Polícia Militar isolou o trecho da Rua 14 para impedir a aproximação de curiosos e preservar possíveis vestígios deixados pelos autores. A Polícia Técnico-Científica foi acionada e realizou os primeiros levantamentos no local, examinando a posição do corpo, a motocicleta e as marcas provocadas pelos disparos. Possíveis cápsulas, projéteis e outros materiais encontrados deverão ser encaminhados para análise.

A quantidade exata de tiros ainda não foi divulgada oficialmente. Também não há confirmação sobre o calibre da arma utilizada ou se o assassinato foi cometido por uma ou mais pessoas. Esses detalhes dependerão dos laudos periciais e do avanço das diligências realizadas pela Polícia Civil.

Os investigadores deverão procurar câmeras de segurança instaladas em residências, estabelecimentos comerciais e vias próximas ao Jardim das Acácias. Imagens registradas antes e depois do homicídio poderão revelar a movimentação dos criminosos, identificar o veículo utilizado na fuga e indicar o trajeto seguido pelos autores após os disparos.

Moradores e pessoas que circulavam pela região no momento do crime também poderão ser chamados para prestar depoimento. A polícia busca descobrir se algum suspeito foi visto rondando o bairro antes do assassinato ou deixando a Rua 14 logo depois da sequência de tiros. Até mesmo informações consideradas pequenas poderão ser importantes para a identificação dos envolvidos.

A investigação também deverá analisar a rotina de Claudemir, seus últimos contatos e possíveis desentendimentos. A polícia buscará saber se ele vinha recebendo ameaças, se havia sido chamado até o ponto onde foi morto ou se foi surpreendido durante um deslocamento. Até o momento, nenhuma linha de investigação foi anunciada oficialmente.

O corpo de Diguinho foi encaminhado para exame no Instituto Médico Legal. O laudo necroscópico deverá apontar a quantidade de ferimentos, as regiões atingidas e outros detalhes capazes de contribuir para o esclarecimento da execução. Os resultados serão encaminhados à delegacia responsável pelo caso.

Até a última atualização, nenhum suspeito havia sido identificado ou preso. Também não havia informações confirmadas sobre o meio utilizado pelos criminosos para chegar ao local e fugir. A autoria e a motivação do assassinato permanecem desconhecidas.

O caso será investigado pela Polícia Civil como homicídio. As autoridades deverão reunir os laudos, depoimentos, imagens e demais elementos encontrados para reconstruir a ação, identificar os responsáveis e descobrir o que motivou a morte de Claudemir de Jesus Ramos.

A execução ocorrida durante a tarde e em uma rua do bairro aumentou a preocupação dos moradores do Jardim das Acácias. A movimentação policial chamou a atenção de quem passava pela região, enquanto a área permanecia isolada para os procedimentos periciais. As investigações continuam.

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