MISTÉRIO EM IGARATÁ: MULHER DE 62 ANOS É ENCONTRADA MORTA E PARCIALMENTE CARBONIZADA EM TRILHA
A Polícia Civil investiga a morte de uma mulher de 62 anos encontrada com o corpo parcialmente carbonizado em uma trilha localizada na área rural de Igaratá. A vítima apresentava ferimentos na região da cabeça, e o caso foi registrado como homicídio.
O corpo foi localizado na tarde de terça-feira, dia 21 de julho de 2026, em uma passagem utilizada por moradores e pedestres como atalho na Avenida Jaguari, no bairro Jaguari.
A Polícia Militar foi acionada após receber informações sobre a presença de uma pessoa caída na trilha. As equipes seguiram até o ponto indicado e encontraram a mulher já sem vida.
A área foi preservada para o trabalho da Polícia Científica. Durante a perícia, os profissionais realizaram o levantamento das condições em que o corpo se encontrava e procuraram vestígios que possam ajudar a esclarecer a dinâmica do crime.
A vítima estava parcialmente carbonizada e possuía lesões na cabeça. Até o momento, não foi informado se os ferimentos foram provocados antes ou depois do início do incêndio, nem qual objeto teria sido utilizado nas agressões.
Um aparelho celular foi encontrado próximo ao corpo. O equipamento auxiliou os policiais no processo inicial de identificação da mulher, reconhecida como Maria Inez de Moura, de 62 anos.
Segundo as informações registradas na ocorrência, Maria Inez seria moradora da região e já era conhecida pelas equipes policiais. Outros detalhes sobre a rotina da vítima e as circunstâncias em que ela deixou a residência não foram divulgados.
Depois da identificação, policiais foram até o endereço indicado como sendo da mulher. O imóvel estava fechado e o portão permanecia trancado com o cadeado pelo lado de fora.
A condição encontrada na residência indicava que Maria Inez havia saído e não retornado. No entanto, ainda não foi esclarecido quando ela deixou o imóvel, com quem manteve contato ou qual teria sido seu destino antes de ser encontrada morta.
A investigação deverá buscar informações sobre as últimas horas da vítima. Familiares, vizinhos e outras pessoas próximas poderão ser ouvidos para ajudar a reconstruir seus passos antes do homicídio.
O aparelho celular encontrado na trilha também poderá ser submetido a análise. Ligações, mensagens, registros de localização e outros dados eventualmente armazenados no equipamento poderão contribuir para a identificação de pessoas que tiveram contato recente com Maria Inez.
A perícia deverá verificar ainda se o crime aconteceu na própria trilha ou se o corpo foi levado para o local depois da morte. Marcas no solo, vestígios de sangue, sinais de luta e possíveis rastros de veículos poderão ser considerados durante a apuração.
Até a última atualização, não havia informação sobre a localização de recipientes, combustível, fósforos, isqueiros ou qualquer outro material que possa ter sido utilizado para provocar a queima parcial do corpo.
Também não foi divulgado se pertences pessoais, documentos ou dinheiro foram levados. A presença do telefone celular próximo à vítima, por si só, não permite confirmar ou descartar uma possível motivação patrimonial.
A Polícia Civil ainda não apresentou uma linha oficial sobre a motivação. Não há confirmação de feminicídio, roubo, vingança, violência sexual, desentendimento familiar ou qualquer outra hipótese específica.
O corpo foi encaminhado para exame necroscópico. O laudo deverá apontar a causa da morte, estimar o horário do óbito e verificar se Maria Inez ainda estava viva quando o fogo foi provocado.
Os exames também poderão esclarecer a natureza das lesões encontradas na cabeça e estabelecer se os ferimentos foram determinantes para a morte da vítima.
O local onde o corpo foi encontrado é utilizado por moradores como caminho alternativo. A Polícia Civil poderá procurar pessoas que tenham passado pela trilha, além de imagens de câmeras existentes em imóveis e vias próximas.
Até o momento, ninguém foi preso e nenhuma pessoa foi oficialmente apontada como suspeita. A autoria e as circunstâncias do homicídio permanecem desconhecidas.
Informações sobre o velório e o sepultamento de Maria Inez de Moura ainda não haviam sido divulgadas. A liberação do corpo dependerá da conclusão dos procedimentos realizados pelo Instituto Médico Legal.


