SALTO TERMINA EM TRAGÉDIA: PARAQUEDISTA DE 50 ANOS MORRE APÓS ATINGIR TELHADO DE CASA EM RESENDE
Um salto de paraquedas terminou em morte na tarde deste domingo, dia 19 de julho de 2026, em Resende, no Sul Fluminense. Um paraquedista de 50 anos morreu depois de atingir o telhado de uma residência na Rua General Osório, no bairro Itapuca. As circunstâncias do acidente ainda serão esclarecidas por meio de perícia e do exame realizado no corpo da vítima.
A ocorrência foi registrada por volta das 12h10. O homem, que morava na cidade do Rio de Janeiro, teria iniciado o salto a partir do Aeroclube de Resende. Durante a descida, algo aconteceu e ele acabou atingindo o imóvel localizado no bairro Itapuca.
As primeiras informações indicam que a vítima era empresária, mas seu nome completo não havia sido divulgado até a última atualização. Também não foram informados o tempo de experiência do paraquedista, a altura em que o salto foi realizado ou se ele participava de uma atividade particular ou organizada por alguma empresa especializada.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a uma ocorrência inicialmente comunicada como queda de altura superior a três metros. Quando os militares chegaram ao endereço, o paraquedista já estava sem vida, não sendo possível realizar manobras de socorro.
A Polícia Militar também esteve no local e auxiliou no isolamento da área. A preservação do espaço permitirá que os peritos analisem a posição em que a vítima foi encontrada, as condições do telhado e os equipamentos utilizados durante o salto.
Vídeos registrados por testemunhas mostram os momentos anteriores ao impacto. Nas imagens, o homem aparentemente se aproxima da residência sem demonstrar uma reação visível. Apesar disso, os registros não permitem determinar o que aconteceu durante a descida.
Uma das possibilidades a ser analisada é a de que o paraquedista tenha sofrido um mal súbito antes de atingir o imóvel. Outra hipótese é de que tenha perdido o controle durante a manobra ou enfrentado algum problema relacionado ao equipamento. Também será necessário verificar se a morte ocorreu antes ou em consequência do impacto contra a residência.
Até o momento, não existe confirmação de falha na abertura do paraquedas, rompimento de peças ou defeito em qualquer componente. A conclusão dependerá da análise técnica do equipamento e dos demais vestígios recolhidos no local.
As condições climáticas no momento do salto também poderão ser consideradas. A investigação deverá verificar fatores como velocidade do vento, direção da descida e possíveis alterações meteorológicas que possam ter interferido na trajetória do paraquedista.
Testemunhas que acompanharam o salto ou perceberam a aproximação da vítima deverão ser ouvidas. Os depoimentos poderão ajudar a reconstruir os movimentos realizados antes da queda e indicar se houve alguma mudança repentina no comportamento do equipamento ou do próprio paraquedista.
A Polícia Civil ficará responsável pela investigação. Além da perícia realizada na residência, os agentes poderão solicitar informações ao Aeroclube de Resende, analisar registros da atividade e identificar as pessoas que acompanhavam o salto.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal. O exame necroscópico deverá apontar a causa da morte e verificar se havia alguma condição de saúde anterior, lesão provocada durante a descida ou trauma causado pelo impacto contra o telhado.
Também não foram divulgadas informações sobre os danos provocados na residência. Não há registro de que moradores do imóvel tenham ficado feridos durante a queda.
A investigação deverá reunir o laudo necroscópico, a análise do paraquedas e dos demais equipamentos, os depoimentos das testemunhas, as imagens feitas no local e as informações relacionadas à organização do salto.

