Segunda-feira, Julho 6, 2026
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TIROS EM PRAÇA DE PARATY: MENINO DE 5 ANOS MORRE, MENINA DE 4 ANOS FICA EM ESTADO GRAVE E ADOLESCENTE É BALEADO


Uma noite que deveria ser de brincadeiras terminou em tragédia, correria e desespero em uma praça no bairro Pantanal, em Paraty, no Sul do Rio de Janeiro. Um menino de apenas 5 anos, identificado como José Heitor Dias Cerqueira, morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo durante um ataque a tiros registrado na noite de domingo (5), na Rua Primavera. Outras duas vítimas também foram baleadas: uma menina de 4 anos, que ficou em estado grave, e um adolescente de 15 anos.

O crime aconteceu por volta das 19h30, em um espaço público onde havia crianças brincando e moradores circulando. Segundo a Polícia Civil, a equipe foi comunicada pela Polícia Militar logo após a ocorrência. Em relato preliminar aos agentes, o adolescente ferido informou que estava na praça quando criminosos desembarcaram de um veículo e passaram a atirar na direção dele.

Os disparos atingiram o adolescente e também as duas crianças que estavam na localidade. As vítimas foram socorridas e deram entrada no Hospital Municipal Hugo Miranda. José Heitor não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na unidade hospitalar, transformando uma noite comum em luto para a família e em comoção para moradores de Paraty.

A menina de 4 anos também foi atingida pelos tiros e ficou em estado grave. De acordo com as informações divulgadas, ela passou por cirurgia e precisou ser transferida para outra unidade hospitalar no Rio de Janeiro, onde segue recebendo atendimento especializado. O adolescente de 15 anos permaneceu internado consciente e em estado estável.

Um vídeo registrado após o ataque mostra suspeitos correndo pela rua e entrando rapidamente em um veículo, que deixa o local logo em seguida. As imagens deverão ser analisadas pela Polícia Civil para tentar identificar os autores, o carro usado na fuga, a rota tomada pelos criminosos e a possível participação de outras pessoas na ação.

A 167ª Delegacia de Polícia de Paraty instaurou investigação para apurar o ataque. Até a última atualização disponível, ninguém havia sido preso. A motivação do crime ainda era desconhecida, e a polícia trabalha para esclarecer se o adolescente era o alvo dos disparos ou se há outra circunstância por trás da ação criminosa.

A principal informação registrada até o momento é o relato do adolescente ferido, que disse aos policiais que os criminosos desembarcaram de um veículo e atiraram em sua direção. A partir desse depoimento, os investigadores deverão buscar elementos para confirmar a dinâmica do ataque, identificar os envolvidos e entender o motivo da execução em plena praça.

A presença de crianças no local aumentou ainda mais a gravidade do caso. José Heitor e a menina de 4 anos foram atingidos em um ambiente que deveria ser de lazer, convivência e segurança. A violência armada atravessou a rotina de moradores e atingiu inocentes, provocando revolta e medo na comunidade.

A morte de José Heitor causou forte comoção pela pouca idade da vítima. Aos 5 anos, ele teve a infância interrompida por tiros disparados em uma praça. A menina, também criança, segue lutando pela vida após ser baleada em meio ao ataque. O adolescente ferido, mesmo consciente, também se tornou peça importante para a investigação, já que seu relato pode ajudar a esclarecer como tudo aconteceu.

A Polícia Civil deverá reunir imagens de câmeras de segurança da região, ouvir testemunhas, analisar o vídeo que mostra a fuga dos suspeitos e levantar informações sobre o veículo usado pelos criminosos. Também serão analisados laudos médicos e periciais para reconstruir a trajetória dos disparos e definir a posição das vítimas no momento do ataque.

O caso escancara o impacto da violência armada em áreas públicas. Quando criminosos atiram em uma praça, o risco não atinge apenas o alvo pretendido, mas qualquer pessoa que esteja por perto. Crianças, moradores, trabalhadores e famílias acabam expostos a uma violência que transforma espaços de convivência em cenas de tragédia.

Em Paraty, a noite de domingo terminou com uma criança morta, uma menina em estado grave, um adolescente ferido e uma comunidade marcada pelo medo. A investigação agora busca respostas para perguntas urgentes: quem atirou, por que atirou, de onde vieram os criminosos e para onde fugiram.

Enquanto a polícia tenta identificar e prender os responsáveis, familiares vivem a dor da perda de José Heitor e acompanham, com apreensão, a recuperação da menina de 4 anos. A tragédia na Rua Primavera deixa uma cobrança por justiça e por medidas que impeçam que novas famílias sejam atingidas por ataques como esse.

Até o momento, a principal informação confirmada é que os criminosos fugiram em um veículo após os disparos, ninguém havia sido preso e a 167ª DP segue responsável pela investigação. Paraty agora espera respostas para um crime que tirou a vida de uma criança e deixou outra em estado grave.

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