EXCLUSIVO: DIG de Cruzeiro elucida homicídio brutal no Rufino de Almeida e Justiça condena trio a mais de 60 anos de prisão
O trabalho exemplar da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Cruzeiro na elucidação de um crime bárbaro resultou na condenação dos três envolvidos no homicídio de Emanuel Augusto dos Santos, jovem de 21 anos morto a tiros durante uma festa em um sítio no bairro Rufino de Almeida. O crime, que abalou a cidade pela violência e frieza dos executores, foi totalmente esclarecido graças à atuação firme e incansável dos investigadores da unidade, que demonstraram eficiência e comprometimento do início ao fim das investigações.
Após meses de apuração, o Tribunal do Júri condenou os réus E., M. e G. a penas severas.
De acordo com a sentença, E. foi condenado a 21 anos de reclusão em regime inicial fechado por homicídio qualificado (art. 121, §2º, incisos I, III e IV, do Código Penal), além de 14 anos de reclusão por três tentativas de homicídio e 3 anos em regime aberto por corrupção de menores. No total, a pena chega a 63 anos de prisão em regime fechado e 3 anos em aberto.
Pela mesma tipificação e gravidade dos delitos, M. recebeu 63 anos em regime fechado e 3 anos em aberto. Já G. foi condenado a 52 anos e 6 meses de reclusão em regime inicial fechado e 2 anos e 6 meses em aberto.
Todos os crimes foram cometidos em concurso de pessoas, conforme os artigos 29 e 69 do Código Penal.
O crime ocorreu durante uma “social” em uma chácara no bairro Rufino de Almeida, quando seis indivíduos armados invadiram o evento e dispararam diversas vezes contra os presentes. Emanuel morreu no local, e outros três jovens ficaram feridos, sendo socorridos ao Hospital Santa Casa.
Graças à pronta resposta da DIG de Cruzeiro, todos os envolvidos foram identificados e tiveram suas prisões decretadas. Um dos acusados, morador do Jardim América, foi localizado e preso na cidade de São Lourenço (MG), onde se escondia na casa de familiares. A prisão foi realizada com extrema técnica e discrição, reforçando o alto nível de preparo e profissionalismo da equipe de investigadores.
Durante a ação, o suspeito não reagiu e foi conduzido à sede da DIG de Cruzeiro, onde teve o mandado de prisão temporária de 30 dias cumprido. O prazo poderá ser prorrogado ou convertido em prisão preventiva, conforme o andamento do processo.
O caso, agora solucionado, evidencia mais uma vez a competência da Polícia Civil de Cruzeiro, especialmente da equipe da DIG, cujo trabalho incansável garantiu que a justiça fosse feita em um dos crimes mais violentos e marcantes dos últimos anos no município.

