Quinta-feira, Outubro 15, 2026
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SUMIÇO DUPLO EM VOLTA REDONDA: ÂNGELO, DE 21 ANOS, E O PAI, DE 38, NÃO SÃO VISTOS DESDE SÁBADO


O desaparecimento de Ângelo Gabriel Rocha Oliveira, de 21 anos, e de seu pai, Carlos Alberto da Rocha, de 38 anos, mobiliza familiares, amigos e moradores de Volta Redonda desde sábado, 10 de outubro. Os dois são moradores do bairro Três Poços e não são vistos desde a mesma data, o que aumentou a preocupação dos parentes e levou a família a intensificar a divulgação de fotos, características físicas e números de contato na tentativa de obter qualquer informação sobre o paradeiro de ambos.

O caso já foi registrado na delegacia da cidade e passou a ser acompanhado pelas autoridades. Segundo as informações divulgadas, o último contato conhecido com Ângelo ocorreu por volta das 15h de sábado, por meio do WhatsApp. Depois desse horário, ele deixou de responder às mensagens dos familiares e também parou de fazer publicações nas redes sociais, comportamento que chamou atenção de pessoas próximas e deu início às buscas.

Ângelo tem aproximadamente 1,80 metro de altura, cabelos encaracolados, usa cavanhaque e possui uma cicatriz no peito. Essas características passaram a ser compartilhadas pela família como forma de facilitar a identificação caso alguém tenha visto o jovem em algum ponto de Volta Redonda ou em cidades da região desde o desaparecimento.

Com o avanço das buscas, surgiu uma nova preocupação: Carlos Alberto da Rocha, pai de Ângelo, também passou a ser considerado desaparecido. Ele tem 38 anos e, assim como o filho, não é visto desde sábado. A coincidência de datas tornou o caso ainda mais inquietante e ampliou o número de perguntas sem resposta.

Até o momento, não foi esclarecido publicamente se pai e filho estavam juntos quando desapareceram, se saíram de casa no mesmo horário ou se seguiram trajetos diferentes. Também não há confirmação sobre o último local em que Carlos foi visto nem sobre eventual contato telefônico dele com familiares antes do desaparecimento.

A falta dessas informações faz com que a investigação precise reconstruir separadamente os últimos passos de cada um. Imagens de câmeras de segurança, registros de deslocamento, contatos telefônicos e depoimentos de pessoas que estiveram com eles podem ser fundamentais para tentar estabelecer uma linha do tempo.

Nos primeiros dias do desaparecimento de Ângelo, a família recebeu uma informação grave e ainda não confirmada oficialmente. Segundo relatos repassados aos parentes, ele e um amigo identificado apenas como Ícaro teriam sido mortos e os corpos jogados no Rio Paraíba do Sul.

Essa versão, porém, não foi confirmada pela Polícia Civil. Até o momento, não há informação oficial sobre a localização de corpos relacionados ao caso, nem confirmação de homicídio contra Ângelo, Carlos ou qualquer outra pessoa ligada aos desaparecimentos.

Por isso, a hipótese envolvendo o rio deve ser tratada com cautela. Enquanto não houver confirmação policial, resultado de buscas ou qualquer evidência concreta, o caso continua oficialmente sendo tratado como desaparecimento.

O desaparecimento do pai também abriu uma nova frente de dúvidas. Ainda não está claro se Carlos sumiu tentando encontrar o filho, se os dois estavam juntos por algum motivo ou se os desaparecimentos ocorreram de forma independente. Até agora, nenhuma dessas possibilidades foi confirmada pelas autoridades.

A família mantém o pedido de ajuda e reforça que qualquer detalhe pode ser importante. Pessoas que tenham visto Ângelo ou Carlos desde sábado, mesmo que por poucos minutos, podem contribuir para esclarecer o caminho percorrido por eles.

Também podem ser relevantes informações sobre veículos, locais frequentados, conversas recentes, imagens de câmeras ou qualquer movimentação incomum observada no bairro Três Poços ou em outras regiões de Volta Redonda.

A Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190, e informações também podem ser levadas diretamente à delegacia responsável pela investigação. A família disponibilizou ainda os números (24) 99869-8986 e (24) 99971-5811 para receber pistas sobre o paradeiro dos dois.

Enquanto as buscas continuam, parentes vivem dias de incerteza e esperam por uma resposta que possa encerrar o desaparecimento. Até agora, pai e filho seguem sem localização confirmada, e o caso permanece cercado de perguntas ainda sem resposta.

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