Domingo, Setembro 27, 2026
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VIAGEM ENTRE PAI E FILHO TERMINA EM TRAGÉDIA: MOTOCICLISTA DE LORENA MORRE ATROPELADO EM RODOVIA


Uma viagem de motocicleta entre pai e filho terminou em tragédia na tarde de sábado, 26 de setembro de 2026, em Delfim Moreira, no Sul de Minas Gerais. Um motociclista de 37 anos, morador de Lorena, morreu após perder o controle da direção, bater em um carro, cair na pista e ser atropelado por outro veículo.

O pai da vítima seguia logo atrás, em outra motocicleta, e também caiu durante a sequência do acidente. Com escoriações e profundamente abalado pela morte do filho, ele precisou ser socorrido em estado de choque.

O acidente aconteceu na AMG-1915, rodovia que atravessa uma região de serra e possui trechos sinuosos. Pai e filho trafegavam no sentido do estado de São Paulo quando chegaram a uma curva.

Segundo as informações registradas pela Polícia Militar Rodoviária, o motociclista de 37 anos perdeu o controle da direção, saiu de sua faixa e invadiu a pista contrária.

A motocicleta atingiu a lateral de um carro que seguia no sentido oposto. Com a força do impacto, o condutor foi lançado ao asfalto e permaneceu caído sobre a rodovia.

Na sequência, outro veículo que trafegava pelo trecho não conseguiu frear ou desviar a tempo. O motociclista acabou atropelado.

Os ferimentos provocados pela queda e pelo atropelamento foram graves. Equipes de emergência foram acionadas, mas o homem não resistiu e morreu ainda no local.

A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização. A confirmação disponível era de que o motociclista tinha 37 anos e morava em Lorena, no Vale do Paraíba.

Também não foram divulgadas informações sobre sua profissão, há quanto tempo praticava motociclismo ou qual era o destino da viagem.

O pai acompanhava o filho durante o percurso e pilotava outra motocicleta. Ao se deparar com a sequência do acidente, ele também perdeu o controle e caiu na rodovia.

O homem sofreu escoriações e ficou em estado de choque. Ele recebeu os primeiros atendimentos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e foi encaminhado ao Hospital de Clínicas de Itajubá.

Não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde dele, a necessidade de internação ou uma possível previsão de alta hospitalar.

Os motoristas dos dois carros envolvidos permaneceram no local e foram submetidos ao teste do bafômetro.

Conforme a Polícia Militar Rodoviária, os resultados foram negativos para a presença de álcool. Nenhum dos condutores foi apontado inicialmente como responsável pela morte.

O teste negativo afasta, neste primeiro momento, a suspeita de que os motoristas dos automóveis conduziam os veículos sob efeito de bebida alcoólica. As demais circunstâncias deverão ser analisadas durante a apuração.

A dinâmica preliminar indica que a motocicleta invadiu a pista contrária antes de atingir a lateral do primeiro carro. Depois da colisão, o motociclista caiu na rodovia e foi atropelado pelo segundo veículo.

Apesar do relato inicial, a responsabilidade pelo acidente somente poderá ser definida depois da conclusão da perícia e da análise dos demais elementos reunidos no local.

A Polícia Militar Rodoviária preservou a área para permitir o trabalho pericial e controlar a circulação de veículos durante o atendimento.

Os peritos deverão analisar as marcas de frenagem, a posição final dos veículos, os danos existentes na motocicleta e nos automóveis e o ponto onde aconteceu o primeiro impacto.

As condições da pista e da curva também deverão fazer parte do levantamento. Essas informações poderão ajudar a determinar a velocidade aproximada, a trajetória dos veículos e a distância disponível para que o segundo motorista tentasse evitar o atropelamento.

A motocicleta também poderá ser examinada para verificar as condições dos pneus, dos freios, da direção e de outros componentes mecânicos.

Não havia, até a última atualização, informação oficial sobre pista molhada, presença de óleo, buracos ou qualquer outro fator externo que pudesse ter contribuído para a perda de controle.

Também não foi informado se o motociclista utilizava todos os equipamentos de proteção no momento do acidente.

Os depoimentos dos motoristas dos carros e de possíveis testemunhas deverão integrar o registro da ocorrência. O pai da vítima também poderá ser ouvido posteriormente, quando estiver em condições físicas e emocionais.

Caso existam imagens registradas por câmeras veiculares ou equipamentos instalados nas proximidades, elas poderão ajudar na reconstrução da sequência.

Após a conclusão dos trabalhos no local, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para a realização do exame necroscópico.

O procedimento deverá apontar quais ferimentos provocaram a morte e contribuir para esclarecer se os traumas fatais ocorreram na primeira colisão, na queda ou durante o atropelamento.

A morte do motociclista provocou comoção especialmente pelas circunstâncias familiares. Pai e filho percorriam juntos a rodovia, cada um em sua motocicleta, quando a curva transformou a viagem em uma tragédia.

Além de sofrer ferimentos, o pai precisou ser retirado do local em estado de choque após perder o filho em uma sequência de colisões.

O trecho entre o Sul de Minas e o Vale do Paraíba possui áreas montanhosas, curvas fechadas e mudanças de relevo que exigem atenção constante dos condutores.

Para os motociclistas, o risco é ainda maior, já que não existe a proteção oferecida pela estrutura de um automóvel. Uma perda de controle ou colisão pode lançar o condutor diretamente sobre o asfalto e deixá-lo exposto aos demais veículos.

A recomendação é reduzir a velocidade antes das curvas, manter distância segura, evitar ultrapassagens em locais sem visibilidade e observar as condições do pavimento.

Essas são orientações gerais de segurança e não significam que alguma delas tenha sido descumprida pela vítima. As causas específicas deste acidente ainda dependem da conclusão da investigação.

Até a última atualização, não haviam sido divulgadas a identidade do motociclista nem informações sobre velório e sepultamento.

A viagem que deveria terminar com pai e filho retornando ao estado de São Paulo acabou deixando uma família em luto. Enquanto a perícia busca respostas sobre os segundos que antecederam a batida, um pai permanece com as marcas físicas e emocionais de uma tragédia vivida na mesma rodovia em que perdeu o filho.

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