Quinta-feira, Setembro 24, 2026
Plantão Policial

EXECUÇÃO EM PLENA TARDE: HOMEM É MORTO A TIROS EM QUIOSQUE DE LANCHES EM RESENDE


Um homem de 43 anos foi morto a tiros em plena tarde de quarta-feira (23), enquanto estava em um quiosque de lanches no distrito de Engenheiro Passos, em Resende. O ataque aconteceu nas proximidades do conjunto habitacional da Cohab e provocou momentos de medo entre moradores, comerciantes e pessoas que circulavam pela região.

De acordo com as informações preliminares, um automóvel parou próximo ao estabelecimento. Um homem desembarcou do veículo, aproximou-se da vítima e efetuou vários disparos. Após o ataque, o criminoso fugiu e não havia sido localizado até a última atualização.

A vítima foi atingida diversas vezes e morreu no próprio local. Equipes de emergência chegaram a ser mobilizadas, mas o homem já não apresentava sinais vitais. A identidade dele ainda não havia sido divulgada oficialmente pelas autoridades.

Policiais militares isolaram a área para impedir a aproximação de curiosos e preservar os vestígios deixados na cena do crime. O movimento chamou a atenção dos moradores do distrito, que acompanharam à distância o trabalho das equipes.

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli realizaram os primeiros levantamentos, registraram a posição do corpo e recolheram materiais que poderão ajudar a esclarecer como o ataque aconteceu.

Durante a perícia, foram encontrados estojos de munição dos calibres 9 milímetros e .40. O material será submetido a exames técnicos para verificar se os disparos partiram de uma ou mais armas e buscar possíveis elementos que auxiliem na identificação do armamento utilizado.

A localização de estojos de dois calibres diferentes não confirma, por si só, a participação de mais de um atirador. A quantidade de pessoas envolvidas somente poderá ser determinada com o avanço das investigações, a análise balística e o depoimento de testemunhas.

Depois da conclusão da perícia no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal. O exame necroscópico deverá indicar a quantidade de ferimentos, a trajetória dos projéteis e a causa oficial da morte.

Uma das principais frentes da investigação será a procura por imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades do quiosque, em residências, estabelecimentos comerciais e acessos ao conjunto habitacional.

As gravações poderão mostrar a chegada do automóvel, a movimentação do criminoso, o momento da fuga e o trajeto percorrido antes e depois do homicídio. A polícia também deverá tentar identificar a placa, o modelo e a cor do veículo utilizado na ação.

Pessoas que estavam próximas ao estabelecimento no momento dos disparos poderão ser chamadas para prestar depoimento. Os investigadores querem saber se o automóvel já circulava pela região antes do crime e se a vítima havia demonstrado preocupação ou relatado ameaças nos dias anteriores.

Informações de que o homem estaria em liberdade condicional começaram a circular após o assassinato. Essa versão, entretanto, não havia sido confirmada oficialmente pela Polícia Civil até a última atualização.

Também não havia confirmação sobre antecedentes criminais da vítima ou eventual ligação do homicídio com outros ataques registrados anteriormente no distrito. A investigação deverá analisar diferentes hipóteses antes de estabelecer uma possível motivação.

A forma como o crime aconteceu, com a chegada de um veículo e os disparos direcionados contra o homem, é um dos pontos que serão analisados pela polícia. Apesar das características do ataque, ainda não há elementos oficiais suficientes para afirmar se a vítima estava sendo seguida ou se o criminoso sabia previamente que ela estaria no quiosque.

O caso ficou sob responsabilidade da 89ª Delegacia de Polícia de Resende. Os agentes trabalham para identificar o autor dos disparos, localizar o automóvel usado na fuga e descobrir se outras pessoas participaram da ação.

Até a última atualização, ninguém havia sido preso e a motivação permanecia desconhecida. Informações que possam colaborar com a investigação podem ser repassadas às forças de segurança. A identidade do denunciante pode ser mantida em sigilo.

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