Segunda-feira, Setembro 7, 2026
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INVASÃO ARMADA EM CARAGUÁ: CRIMINOSOS RENDEM FUNCIONÁRIOS, EXIGEM CHAVES DE TRATOR E BALEIAM VIGILANTE


Uma invasão armada a uma obra terminou com um vigilante baleado no bairro Perequê Mirim, em Caraguatatuba. Segundo as informações apuradas junto aos registros policiais divulgados sobre a ocorrência, vários criminosos entraram no local, renderam funcionários, roubaram celulares e passaram a exigir acesso a um trator e a um contêiner onde eram armazenados equipamentos e fios de cobre. Durante a ação, um dos assaltantes atirou contra o vigilante, que foi atingido no braço direito.

O crime aconteceu na Avenida José Pinheiro da Costa Júnior, mas a data e o horário exatos da invasão não foram divulgados pelas autoridades até a última atualização. A Polícia Militar foi acionada inicialmente pelo Copom para atender uma ocorrência envolvendo disparo de arma de fogo.

Quando os policiais chegaram, o vigilante já recebia atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Ele apresentava um ferimento provocado por tiro no braço direito e foi encaminhado para a Casa de Saúde Stella Maris, em Caraguatatuba.

Segundo a Polícia Militar, o projétil permaneceu alojado no braço da vítima. Até a última atualização, não havia boletim médico público informando se o vigilante precisou passar por cirurgia, se a bala foi retirada ou se ele já recebeu alta hospitalar.

Os relatos colhidos no local ajudam a reconstruir parte da sequência do crime. De acordo com uma das vítimas, vários homens entraram na obra e se dividiram durante a ação. Dois deles teriam rendido um trabalhador e roubado seu telefone celular, enquanto outros integrantes foram em direção ao vigilante.

Os criminosos passaram então a exigir as chaves de um trator e de um contêiner existente no canteiro de obras. Conforme informado pelos trabalhadores, o compartimento era utilizado para guardar maquinários e fios de cobre, materiais que aparentemente também estavam na mira dos invasores.

Os funcionários afirmaram, porém, que não tinham acesso às chaves solicitadas. Em meio à abordagem, um dos criminosos efetuou o disparo que atingiu o vigilante no braço.

Uma das testemunhas contou aos policiais que estava afastada no momento exato do tiro e, por isso, não conseguiu descrever todos os detalhes de como o vigilante foi baleado. Depois de perceber que o colega estava ferido, ajudou a levá lo para fora da obra, até a rua, facilitando a chegada das equipes de socorro.

Durante a invasão, os criminosos conseguiram levar dois celulares, sendo um aparelho Samsung pertencente a um dos trabalhadores e um iPhone utilizado pelo vigilante. Não há confirmação de que tenham conseguido acessar o trator ou o contêiner que pretendiam abrir.

Depois do roubo e do disparo, os envolvidos fugiram em direção ao Residencial Nova Caraguá I. Buscas foram realizadas, mas até a última atualização ninguém havia sido preso.

As vítimas também não conseguiram fornecer informações suficientemente detalhadas sobre características físicas, roupas ou outros elementos capazes de permitir a identificação imediata dos assaltantes. O número exato de participantes também não foi oficialmente informado.

Outro vigilante, responsável pela segurança de uma loja de materiais de construção próxima ao local, percebeu a movimentação e encontrou o trabalhador ferido. Ele teria ajudado a acionar a Polícia Militar e o Samu.

A investigação agora poderá contar com um elemento considerado importante: câmeras de segurança existentes nas proximidades da obra. Há possibilidade de que os equipamentos tenham registrado a entrada dos criminosos, a movimentação durante a invasão ou a rota utilizada na fuga.

Segundo as informações divulgadas, as imagens não puderam ser verificadas imediatamente porque o acesso aos registros dependeria do setor responsável pela administração do sistema. A Polícia Civil deverá analisar essas gravações durante a investigação.

A ocorrência foi apresentada no Distrito Policial Central de Caraguatatuba. O caso é investigado como roubo e tentativa de homicídio, diante do disparo efetuado contra o vigilante durante a ação criminosa.

Até o momento, não foram divulgados o calibre da arma utilizada, a quantidade de disparos efetuados, a identidade ou idade da vítima, nem informações sobre a eventual recuperação dos celulares roubados.

Também não há confirmação de que o grupo tenha relação com outros crimes registrados recentemente em Caraguatatuba. A eventual ligação com outras ocorrências dependerá da investigação policial e da análise de imagens, depoimentos e demais provas reunidas.

A Polícia Civil deverá agora tentar identificar os envolvidos, esclarecer a participação de cada suspeito e determinar se o principal objetivo da invasão era o roubo de equipamentos, fios de cobre, do trator ou de outros materiais existentes no canteiro de obras.

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