Sábado, Março 7, 2026
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Corrida ao Planalto já movimenta bastidores com nomes cotados para disputar a Presidência em 2026

A disputa pelo Palácio do Planalto em 2026 já começou nos bastidores políticos e promete ser uma das mais movimentadas dos últimos anos. Mesmo com as convenções partidárias ainda distantes, articulações, alianças e movimentações públicas apontam ao menos sete nomes que podem entrar na corrida presidencial.

Entre os principais cotados está o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve disputar a reeleição. Em seu terceiro mandato, Lula pretende buscar a permanência no cargo e já articula alianças com partidos da base governista, além de reforçar sua presença política pelo país.

No campo da direita, o ex-presidente Jair Bolsonaro não poderá disputar o pleito, pois cumpre pena e permanece inelegível. Ainda assim, o bolsonarismo deve ter protagonismo na eleição. O nome mais citado no grupo é o do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, que surge como possível candidato apoiado pela família.

Outro nome lembrado é o do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que vem ganhando projeção nacional e aparece como uma alternativa liberal-conservadora. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), também é citado como possível candidato, após consolidar força política no Sul do país.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que já disputou a Presidência em 1989, voltou a se colocar como pré-candidato e tenta viabilizar seu nome com apoio do agronegócio e de setores conservadores.

No campo do centro e da centro-direita, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), volta a ser lembrado como opção para o Planalto. Após disputar as prévias e se manter como liderança tucana, ele tenta se reposicionar nacionalmente.

Outro nome que surge é o de Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) e atual presidente do Partido Missão, legenda criada recentemente e que pretende lançar candidatura própria para marcar posição no cenário político nacional.

Entre os nomes considerados fora do eixo tradicional está também o ex-deputado e bombeiro militar Benevenuto Daciolo, que já disputou a Presidência em 2018 e sinaliza nova candidatura em 2026.

A disputa presidencial de 2026 tende a ser marcada por forte polarização, mas também por tentativas de construção de alternativas fora dos polos tradicionais. Governadores em exercício, parlamentares e novos partidos trabalham para viabilizar candidaturas competitivas, enquanto alianças e estratégias começam a ser desenhadas nos bastidores.

Nos próximos meses, a definição de candidaturas deve ganhar forma com a consolidação de apoios partidários e a movimentação de lideranças nacionais, indicando que a corrida ao Planalto já entrou oficialmente no radar da política brasileira.

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