Sábado, Março 7, 2026
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TRAMA MACABRA NOS EUA: babá brasileira do Vale expõe romance secreto com agente do FBI às vésperas de assassinato brutal

O julgamento que choca os Estados Unidos ganhou contornos ainda mais perturbadores com a revelação de imagens íntimas e mensagens trocadas entre a babá brasileira Juliana Peres Magalhães, natural de Jacareí, e o patrão, o agente do FBI Brendan Banfield, semanas antes do assassinato de Christine Banfield. As provas, exibidas pela Promotoria aos jurados no condado de Fairfax, na Virgínia, reforçam a tese de um crime meticulosamente articulado, movido por paixão, interesses pessoais e uma relação clandestina que avançava enquanto a vítima seguia alheia ao que acontecia dentro da própria casa.

De acordo com a acusação, Juliana participava do programa Au Pair e trabalhava como babá do filho do casal ao mesmo tempo em que mantinha um relacionamento extraconjugal com Banfield. O tribunal analisou uma série de selfies sensuais do casal, algumas feitas dentro da residência da família. Em uma das imagens, publicada em rede social, Juliana escreveu em português uma frase carregada de emoção, afirmando estar “muito apaixonadinha” desde o ano anterior, evidenciando a intensidade do vínculo.

Os promotores afirmam que a última foto íntima foi registrada em dezembro de 2022, pouco mais de dois meses antes do crime. Em outra imagem, feita na véspera do Ano Novo, Juliana e Banfield aparecem se tocando discretamente sob uma mesa, acompanhada da legenda “Meu Ano Novo”, com emojis sugestivos. Para a acusação, o conteúdo não apenas confirma o relacionamento, como demonstra que o casal planejava um futuro juntos enquanto a esposa ainda estava viva.

Outro elemento considerado decisivo foi a apresentação de uma fotografia em que Juliana aparece em um estande de tiro, supostamente feita por Banfield. Na legenda, ela elogia o amante: “Esse cara bonito tira fotos muito boas”. Segundo a Promotoria, o casal frequentou campos de tiro meses antes do assassinato, o que reforça a suspeita de preparação prévia e familiaridade com armas de fogo.

Christine Banfield, de 37 anos, foi assassinada a facadas dentro da própria casa. Antes disso, conforme sustenta a acusação, Brendan Banfield teria matado a tiros Joseph Ryan, homem atraído até o local por meio de um perfil falso criado em um aplicativo de encontros. A suspeita é de que Juliana tenha se passado pela patroa para atrair a vítima, que acabou executada. Inicialmente tratado como uma tentativa de invasão domiciliar, o caso começou a ruir quando investigadores encontraram inconsistências na cena do crime e no relato apresentado pelo agente do FBI.

Juliana e Brendan foram presos em outubro de 2023 e respondem por homicídio e conspiração. No início do julgamento, a brasileira afirmou que o patrão não queria se divorciar por medo de perder dinheiro e a guarda da filha de quatro anos. Em depoimento, Juliana declarou que Banfield teria cometido o crime para “ficar livre” e assumir o relacionamento com ela. O julgamento segue em andamento, cercado de expectativa, e novas revelações podem aprofundar ainda mais um caso que já é tratado como um dos crimes passionais mais chocantes dos últimos anos nos Estados Unidos.

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