POLICIAL MILITAR MORRE EM BARRA DO PIRAÍ APÓS PASSAR MAL DURANTE ATENDIMENTO; CASO LEVANTA QUESTIONAMENTOS SOBRE ASSISTÊNCIA MÉDICA
Um policial militar morreu em Barra do Piraí após passar mal enquanto buscava atendimento médico, em um episódio ocorrido na quarta-feira (7 de janeiro), que causou comoção entre colegas de farda e reacendeu o debate sobre a estrutura de assistência emergencial no município do Sul Fluminense.
A vítima foi identificada como o 3º sargento Diego Rocha Teixeira, de 46 anos. Ele procurou atendimento médico para avaliação clínica após ter sido submetido recentemente a um procedimento cirúrgico para retirada de cálculo renal. Durante o atendimento, o policial sofreu um mal-súbito, caiu ao solo e precisou de socorro imediato.
De acordo com informações oficiais apuradas, equipes do local acionaram o serviço de emergência assim que o quadro se agravou. No entanto, diante da gravidade da situação e antes da chegada de uma ambulância especializada, familiares optaram por conduzir o policial em um veículo particular até a Santa Casa de Misericórdia de Barra do Piraí.
Ao dar entrada na unidade hospitalar, o sargento apresentava estado clínico extremamente grave, com ausência de pulso e sinais de comprometimento respiratório. A equipe médica realizou manobras de reanimação cardiopulmonar, seguindo os protocolos de urgência, mas o policial não resistiu e teve o óbito confirmado pouco tempo depois.
A Polícia Militar acompanhou o atendimento hospitalar e prestou apoio à família, adotando os procedimentos administrativos cabíveis. O caso foi registrado como morte de causa clínica, e a corporação informou que os fatos serão analisados internamente para esclarecimento completo das circunstâncias, incluindo o fluxo de atendimento médico prestado.
A morte do policial gerou forte repercussão em Barra do Piraí. Colegas de trabalho e moradores manifestaram pesar e indignação, levantando questionamentos sobre a agilidade no atendimento de emergência, a disponibilidade de profissionais médicos e a estrutura de socorro em situações críticas.
Até o momento, não houve divulgação de nota detalhada por parte das autoridades de saúde esclarecendo eventuais falhas ou justificando o tempo de resposta no atendimento. O caso segue sob análise, enquanto a família aguarda esclarecimentos oficiais.
A tragédia deixa um sentimento de luto e também de alerta, reforçando a necessidade de revisão dos protocolos de urgência para que situações semelhantes não se repitam.


