Após oito passagens pela UTI, Padre Márlon Múcio recebe alta em Taubaté, passa mal em casa e agradece corrente de orações
Padre Márlon Múcio, sacerdote da Diocese de Taubaté, recebeu alta hospitalar no domingo (4) após mais um período de internação em Unidade de Terapia Intensiva. O religioso havia sido internado no fim de dezembro e passou o Réveillon sob cuidados médicos, consolidando a oitava passagem pela UTI em 2025, o que reforça a gravidade e a recorrência do seu quadro clínico.
A alta trouxe alívio à família e aos fiéis, mas o retorno para casa foi seguido de um novo susto. Poucas horas após chegar em sua residência, o padre apresentou um mal-estar intenso, levando familiares a se prepararem para um possível retorno ao hospital. Apesar da apreensão, o quadro evoluiu de forma positiva e se estabilizou na segunda-feira (5), sem necessidade de nova internação.
Por meio das redes sociais, Padre Márlon compartilhou a situação e agradeceu as orações recebidas durante todo o período de internação. Em mensagem dirigida aos fiéis, relatou as dificuldades enfrentadas após a alta e destacou a importância da fé e do apoio espiritual.
“Tive alta, família amada!!! E estou em casa. Passamos o réveillon no hospital, eu e Mamãe Carminha. Nem contei da alta ontem, porque cheguei em casa e passei muito mal. Depois de muita luta e do meu irmão já pronto pra me levar de novo pro hospital, melhorei, graças a Deus, e a você, que nunca cessa de orar por mim. Amém?”, escreveu.
Padre Márlon é diagnosticado com RTD (Deficiência do Transportador de Riboflavina), uma doença genética rara e neurodegenerativa que compromete funções vitais e exige acompanhamento médico constante, além do uso contínuo de suporte ventilatório. A internação mais recente foi motivada por dores agudas no peito e suspeita de infarto, sintomas que fazem parte das complicações associadas à evolução da doença e que seguem sendo monitorados pela equipe médica.
Mesmo diante de um histórico marcado por repetidas internações e desafios severos à saúde, o sacerdote segue demonstrando fé e gratidão, mantendo um forte vínculo com a comunidade católica, que permanece mobilizada em orações pela sua recuperação e estabilidade clínica.


