Sábado, Março 7, 2026
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Polícia apura estupro coletivo antes de morte de jovem em Ubatuba

Um crime que choca pela brutalidade. Sarah Picolotto dos Santos Grego, de 20 anos, pode ter sido vítima de estupro coletivo antes de ser assassinada em Ubatuba, segundo investigações da Polícia Civil. A jovem, moradora de Jundiaí e filha de um pastor, estava desaparecida desde o dia 9 e foi encontrada morta na sexta-feira (15), enterrada em uma área de mata no bairro Rio Escuro, próxima a uma cachoeira.

O principal suspeito, Alessandro Neves Santos Ferreira, de 24 anos, confessou o crime e foi preso. Foi ele quem indicou o local onde havia ocultado o corpo. De acordo com o boletim de ocorrência, Alessandro relatou que enforcou Sarah após manter relação sexual com ela, arrastando o corpo até a mata e tentando escondê-lo com folhas e vegetação. O celular e as roupas da vítima foram jogados em um rio.

Sarah estava hospedada em Ubatuba na casa de um amigo, identificado como W.S.A., que conheceu pela internet. Seus pertences foram localizados pela polícia no imóvel no dia 12, após a mãe registrar o desaparecimento.

As diligências que levaram ao corpo começaram quando uma testemunha afirmou que Alessandro havia confessado o homicídio. Convencido a se entregar, ele revelou o local exato da cova.

Apesar da confissão, outra linha de investigação ganha força: a possibilidade de que Sarah tenha sido submetida a estupro coletivo antes de morrer. A polícia apura informações de que a jovem teria sido forçada a praticar sexo oral com quatro homens, entre eles Alessandro, depois de sair para beber em uma adega.

Para esclarecer os fatos, foram solicitados exames necroscópico, toxicológico e sexológico.

O caso ganhou ainda mais repercussão após o pai de Sarah, pastor em Jundiaí, manifestar sua indignação nas redes sociais. Em uma publicação, ele pediu que amigos compartilhassem sua revolta diante da violência sofrida pela filha.

Na sexta-feira (15), a Justiça determinou a liberdade de Alessandro Neves Santos Ferreira, mesmo após a confissão do crime, decisão que gerou ainda mais indignação entre familiares e a comunidade. O caso segue sob responsabilidade da delegacia de Ubatuba.

Foto montagem O Vale

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