ACIDENTE FATAL: Identificado motorista que morreu após carro afundar em rio no Sul de Minas
Foi identificado como Márcio José Arantes, de 37 anos, o motorista que morreu após o carro que conduzia sair da pista e cair em um rio às margens da rodovia que liga São Tomé das Letras a Três Corações, no Sul de Minas Gerais. Conhecido como “Marcinho Cipó”, ele não resistiu ao acidente e foi encontrado já sem vida dentro do veículo.
A tragédia aconteceu nas primeiras horas da manhã de sábado (14) e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil. A ocorrência foi registrada após a informação de que um automóvel estaria submerso em um pequeno rio próximo a uma residência às margens da rodovia intermunicipal.
Quando chegaram ao local, os bombeiros se depararam com o carro parcialmente submerso, com apenas as rodas e parte inferior do veículo visíveis acima da superfície da água. A cena indicava que o automóvel havia saído da pista e despencado diretamente no leito do rio.
Diante da situação, os militares iniciaram uma operação delicada de resgate. O veículo foi estabilizado para evitar novos deslocamentos e, com o uso de ferramenta hidráulica expansora, os bombeiros conseguiram abrir parcialmente a porta do motorista. No interior do carro, Márcio José Arantes foi encontrado já sem sinais vitais, sentado no banco do condutor. Não havia outros ocupantes no veículo.
Após a retirada do corpo, a Polícia Militar de Minas Gerais realizou o registro da ocorrência e organizou o trânsito no trecho até o término dos trabalhos. Em seguida, a perícia técnica da Polícia Civil esteve no local para analisar as circunstâncias do acidente e reunir elementos que possam esclarecer as causas da saída de pista e da queda no rio.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o que teria provocado o acidente. Fatores como velocidade, condições da pista, visibilidade ou eventual falha mecânica ainda são investigados pelas autoridades. Os laudos periciais devem apontar as causas nos próximos dias.
Márcio era natural de Formiga (MG) e morava no bairro Engenho de Serra, na mesma cidade. O velório foi realizado na Funerária do Helinho, nas proximidades da Santa Casa de Formiga, e o sepultamento ocorreu no Cemitério do Santíssimo.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais e causou grande comoção entre familiares, amigos e moradores da região.


