Sexta-feira, Março 6, 2026
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Assassino de romeiro é preso: jovem de 19 anos morto a tiro durante caminhada para Aparecida teve crime esclarecido em Canas

A tragédia que chocou romeiros e moradores do Vale do Paraíba teve um desfecho com a prisão do assassino. O jovem Gustavo Santos (foto), de 19 anos, foi morto com um tiro na cabeça durante a romaria ao Santuário Nacional de Aparecida, na altura do município de Canas, e o responsável pelo crime acabou localizado e capturado pelas forças de segurança.

Gustavo caminhava com um amigo quando os dois foram abordados por um assaltante armado, nas proximidades do polo industrial de Canas, região da Lorenfer, próximo à Rodovia Presidente Dutra. O criminoso anunciou o assalto e exigiu os celulares. Um dos rapazes entregou o aparelho, mas Gustavo se recusou a entregar o seu. Diante da resistência, o assaltante efetuou um disparo fatal na cabeça do jovem, que morreu ainda no local.

Morador do bairro Pitéu, em Cachoeira Paulista, Gustavo participava da tradicional caminhada religiosa acompanhado de familiares e amigos. A morte do jovem causou forte comoção entre romeiros e reacendeu o debate sobre a segurança nos trajetos percorridos por fiéis rumo a Aparecida.

Após o crime, a Polícia Civil iniciou as investigações e a Polícia Militar, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, reforçou o patrulhamento na região. Durante uma ação de patrulhamento tático em Canas, equipes da Força Tática do 23º BPM/I identificaram dois indivíduos em atitude suspeita em um conhecido ponto de tráfico de drogas. Ao perceberem a aproximação policial, os suspeitos tentaram fugir a pé, mas foram rapidamente interceptados.

Na abordagem e identificação, os policiais constataram que um dos homens possuía mandado de prisão em aberto pelo latrocínio do jovem romeiro. Na mesma ação, foram apreendidos entorpecentes prontos para comercialização, dinheiro proveniente do tráfico de drogas e uma motocicleta com queixa de roubo.

Os criminosos e todo o material apreendido foram encaminhados ao Plantão Policial de Lorena, onde permaneceram presos e à disposição da Justiça. A prisão representa uma resposta às famílias, aos romeiros e à população, reafirmando o compromisso das forças de segurança no combate aos crimes violentos e na proteção de quem percorre as estradas movido pela fé.

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