Sábado, Março 7, 2026
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Socorrida após se afogar durante churrasco de Natal em Guaratinguetá, mulher não resiste e morre no hospital

Uma confraternização de Natal terminou em tragédia em Guaratinguetá. Uma mulher de 44 anos morreu após se afogar na piscina de uma residência localizada no bairro Pedregulho, onde familiares e amigos participavam de um churrasco na noite de quinta-feira (25). A vítima chegou a ser socorrida com vida e encaminhada para atendimento hospitalar, mas não resistiu às complicações e teve a morte confirmada horas depois.

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso foi registrado como morte suspeita e morte acidental, sem indícios de crime. Familiares relataram à Polícia Civil que a mulher havia ingerido bebida alcoólica antes de entrar na piscina, o que pode ter contribuído para o acidente.

O afogamento ocorreu durante a confraternização realizada na casa do namorado da irmã mais velha da vítima. Segundo o relato do irmão, ele e outra irmã haviam saído no período da tarde para buscar a mãe, enquanto a vítima permaneceu no local do churrasco. Em determinado momento, ela entrou sozinha na piscina. Pouco tempo depois, um homem que participava do encontro percebeu que a mulher apresentava sinais de afogamento e tentou retirá-la da água.

O irmão da vítima chegou à residência logo em seguida e ajudou no resgate. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e realizou manobras de reanimação ainda no local. Após os primeiros atendimentos, a mulher foi encaminhada para uma unidade hospitalar da cidade, onde permaneceu sob cuidados médicos.

Apesar dos esforços da equipe de saúde, na manhã seguinte, por volta das 7h, a vítima sofreu uma nova parada cardiorrespiratória. As equipes médicas tentaram reanimá-la, mas ela não resistiu, tendo a morte confirmada pelo hospital, conforme consta no registro policial.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, o imóvel onde ocorreu o afogamento possui câmeras de segurança que registraram o episódio. A família informou que, naquele momento, optou por não assistir às imagens devido ao abalo emocional. Os vídeos poderão ser requisitados pela Polícia Civil, caso sejam necessários para complementar a apuração dos fatos. O caso segue sendo tratado como uma morte acidental.

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