Mistério na estrada: caminhoneiro desaparece com 31 toneladas de aço avaliadas em R$ 145 mil
Um caso intrigante mobiliza a Polícia Civil de Pindamonhangaba. Um caminhoneiro de 58 anos desapareceu após sair para entregar uma carga de vergalhões de aço avaliada em R$ 145 mil — e desde então não há qualquer rastro dele, do caminhão ou da mercadoria.
O motorista deixou a empresa onde carregou o veículo na Rodovia Vereador Abel Fabrício Dias no dia 24 de outubro. Ele conduzia um caminhão trator Sinotruk HOWO 6×4, branco, ano 2010, acoplado a um reboque Randon, também branco, de 1997. A rota previa a entrega da carga em São Sebastião do Paraíso (MG).
No dia seguinte, o contratante da viagem perdeu o contato com o caminhoneiro. Ao ligar para a esposa do motorista, recebeu a informação de que o último telefonema do marido ocorreu no dia 26. De lá para cá, silêncio total.
Diante da falta de notícias, o desaparecimento foi registrado no dia 28 de outubro, às 18h20. O boletim de ocorrência aponta que a carga — 31.500 quilos de vergalhões de aço — estava segurada pela AXA e com nota fiscal regularizada. Não havia escolta durante o transporte.
Investigadores trabalham para tentar mapear o trajeto do caminhão e eventuais registros de passagem em pedágios e câmeras nas rodovias. Por enquanto, nenhuma pista surgiu — o que aumenta o mistério sobre o destino do motorista e do carregamento.
A Polícia Civil não descarta nenhuma hipótese: desde um possível golpe envolvendo desvio da carga até um crime mais grave contra o caminhoneiro. O contratante da viagem, coordenador da transportadora, foi quem acionou as autoridades e acompanha o caso de perto.
Enquanto a investigação avança, a família e a polícia apelam à população: qualquer informação que possa ajudar a localizar o motorista ou o veículo deve ser comunicada imediatamente à Polícia Civil de Pindamonhangaba pelo telefone (12) 3648-2220 ou ao Disque Denúncia 181, com garantia de sigilo.
A cada dia que passa, aumenta a apreensão — e o sumiço do caminhoneiro se transforma em um enigma que a polícia ainda tenta decifrar.

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