Fechamos a torneira com o que não fazia sentido: Paulo Filipe mantém pulso firme e muda o rumo da Câmara de Cruzeiro
Já se passaram meses desde que o vereador Paulo Filipe completou seus primeiros 100 dias na presidência da Câmara de Cruzeiro — mas o efeito daquela virada administrativa ainda ecoa pelos corredores do Legislativo. O jovem presidente não apenas prometeu austeridade: ele cumpriu. E fez história ao romper contratos herdados de antigas gestões, cortando R$ 850 mil em gastos que, segundo ele, “não faziam sentido algum”.
“Fechamos a torneira com o que não fazia sentido”, repete Paulo Filipe, hoje com o mesmo tom firme de quando iniciou a faxina administrativa. O gesto, simbólico e prático, marcou o início de uma nova cultura dentro da Câmara — onde cada centavo começou a ser tratado como dinheiro do povo, e não como privilégio de poucos. Desde então, o corte de contratos se tornou um divisor de águas: abriu espaço para investimentos em estrutura, tecnologia e transparência, e devolveu credibilidade à Casa.
A gestão de Paulo Filipe também reorganizou o Regimento Interno, aprovou leis voltadas à segurança pública e criou duas comissões permanentes sem custo adicional aos cofres municipais. Sob seu comando, nasceu o primeiro Conselho de Ética da história de Cruzeiro, um feito que consolidou a Câmara como instituição madura e responsável.
Mas o trabalho não parou ali. Em articulação com os deputados Kim Kataguiri e Guto Zacarias, o vereador garantiu R$ 1,5 milhão em emendas para o município em 2025. Os recursos já estão direcionados a áreas prioritárias e simbolizam o peso político que Paulo Filipe conquistou em pouco tempo, mesmo sem recorrer aos velhos vícios da política.
Com o passar dos meses, o que se percebe é que a chama dos primeiros 100 dias não se apagou — ela virou método. A Câmara passou a funcionar com ritmo de gabinete produtivo, voltado ao cidadão, e não a interesses de bastidores. Entre reuniões, fiscalizações e atendimentos diários, Paulo Filipe mantém o estilo que o projetou: direto, técnico e sem paciência para desperdício.
De lá pra cá, ele segue firme, ajustando o que precisa ser ajustado e lembrando que governar a Câmara é, antes de tudo, proteger o dinheiro público. Se os primeiros 100 dias foram um ponto de virada, o tempo mostrou que não foi apenas uma fase — foi o início de um novo padrão. Em Cruzeiro, a política aprendeu que, quando se fecha a torneira do absurdo, a cidade volta a respirar progresso.

