Comoção no Vale: morre o músico cristão e policial rodoviário federal Marinho
A comunidade católica de Guaratinguetá e os colegas da Polícia Rodoviária Federal foram tomados pela tristeza com a morte de Marcílio Marinho Pereira, o querido Marinho, músico cristão e agente da PRF. Ele faleceu na sexta-feira (3), deixando um vazio profundo entre familiares, amigos e fiéis da Paróquia São Francisco, onde atuava com devoção. A causa da morte não foi divulgada.
O corpo de Marinho foi velado no Velório Municipal de Guaratinguetá, cercado por homenagens, lágrimas e canções de fé. O sepultamento ocorreu na manhã de sábado (4), no Cemitério Pio 12, em Aparecida, sob forte comoção.
Conhecido por seu sorriso sereno e pelo talento musical, Marinho era presença constante nas missas, onde tocava e cantava com amor, mesmo quando as forças lhe faltavam. Sua fé era o combustível de sua vida, e sua música, uma prece que tocava corações.
A Paróquia São Francisco manifestou-se com emoção:
“Hoje nos despedimos do nosso amigo e servo de Deus, Marinho. Ele que se dedicava com tanto amor e carinho à nossa paróquia, hoje nos unimos em oração pelo seu descanso e conforto de sua família, em especial sua esposa Conceição.”
A Diretoria do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de São Paulo também lamentou a perda do agente, que trabalhava na 8ª Delegacia da PRF de Roseira:
“Neste momento rogamos a Deus, fé e resignação para que sua família e amigos possam superar este momento de dor e grande perda.”
Nas redes sociais, as mensagens se multiplicaram. O carinho e o reconhecimento à sua trajetória mostraram o quanto Marinho foi querido. “Agora Marinho vai estar cantando no coro dos anjos. Sua lembrança vai estar sempre guardada no coração de todos, pois tantas vezes animou nossas missas, mesmo estando frágil, sem forças, mas estava ali”, escreveu Márcia Silva.
Outra amiga, Geni Cabrini, emocionou-se ao lembrar dos momentos compartilhados:
“Vamos lembrar muito, ouvindo as músicas que ele tocava. Eu amava ele cantar. Deus o acolha em seus braços.”
Entre notas, acordes e preces, a despedida de Marinho ecoa como um cântico de fé — daqueles que não terminam, apenas mudam de tom.


