Sexta-feira, Março 6, 2026
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“Caprichem na oração”, pede padre Márlon Múcio em momento delicado na UTI

Com o coração cheio de fé e um sorriso que desafia a dor, o padre Márlon Múcio, de 52 anos, voltou a comover os fiéis ao revelar que está novamente internado. O sacerdote de Taubaté, conhecido por sua espiritualidade radiante e pela forma amorosa com que evangeliza, enfrenta mais uma batalha contra a RTD (Deficiência do Transportador de Riboflavina), uma doença rara que o obriga a tomar mais de 300 comprimidos por dia para continuar vivendo.

Nesta sexta-feira (3), padre Márlon contou que precisou ser levado às pressas para um hospital em São José dos Campos após um problema grave com a traqueostomia. O tubo que o auxilia a respirar se quebrou, e o novo modelo que recebeu não se adaptou ao seu corpo, o que o levou para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Entre fortes dores e crises de falta de ar, o religioso segue firme na fé.

Em suas redes sociais, onde reúne mais de 1,5 milhão de seguidores, ele fez um apelo comovente:

“Caprichem na oração porque passei a semana toda com muita dor na traqueia, na mesma intensidade que me levou às internações de setembro. Glória a Deus.”

Mesmo debilitado, o padre não perde a esperança e transforma o sofrimento em pregação:

“Não me adaptei à traqueo que recebi hoje à noite aqui na UTI. Foi um sufoco. Eu não conseguia respirar direito. Penso que o maior sofrimento de uma pessoa é não conseguir respirar. Agradeça a Deus porque você pode respirar! Terei que ficar internado até conseguirem uma traqueo à qual eu me adapte. Que eu dê conta de esperar.”

Desde 2010, padre Márlon convive com a doença que compromete sua respiração e energia, e depende de respirador 24 horas por dia. Ele só recebeu o diagnóstico correto aos 45 anos, depois de uma longa trajetória de erros médicos e tratamentos equivocados. Mesmo assim, transformou a dor em testemunho de fé, tornando-se um exemplo de superação e entrega à vontade de Deus.

Ainda sem previsão de alta, o sacerdote segue internado, amparado pela equipe médica e por uma multidão de fiéis que se unem em oração.
Entre máquinas e orações, padre Márlon segue respirando o que mais lhe dá força: a presença viva de Deus.

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