“PROMOÇÃO DE PERIGO”: Homem tenta vender arma em supermercado de São José dos Campos e acaba “levando preço cheio” da Polícia
Tem gente que confunde Black Friday com Black Fail. Um homem, ainda não identificado, resolveu inovar no ramo do comércio e tentou vender nada menos que uma arma de fogo… em pleno supermercado, como se estivesse oferecendo detergente ou sabão em pó na promoção. O problema é que, em vez de cliente, quem apareceu foi a Polícia Militar. Resultado? A oferta caiu por terra e o “vendedor” acabou indo direto para o carrinho da viatura.
A tentativa de “negócio” aconteceu nesta quarta-feira (9), em um supermercado localizado na rua Pedro Rashid, na Zona Norte de São José dos Campos. A PM foi acionada após uma denúncia — e que denúncia! — informando que um homem estaria prestes a vender uma arma de fogo no estacionamento do estabelecimento. Isso mesmo: como se fosse um produto qualquer no setor de utilidades domésticas.
Ao chegar no local, os policiais fizeram uma ronda discreta pelo estacionamento e logo localizaram o carro do suspeito, um Ford KA prata — que, infelizmente, não estava com nenhuma placa promocional colada no vidro. Quando o indivíduo desceu do veículo, achando que faria o “negócio do dia”, foi surpreendido pela abordagem dos agentes. E não deu nem tempo de passar no caixa.
Durante a revista, os policiais encontraram com o sujeito um revólver e duas munições. Nada de sacola retornável, mas com certeza um item não recomendado para consumo. Ao ser questionado, ele não enrolou: confessou que estava ali para vender a arma mesmo, como se fosse a coisa mais normal do mundo. “Só queria repassar”, teria dito, como se estivesse vendendo panela.
Não teve choro, não teve cuponzinho de desconto e nem cashback. O homem foi levado diretamente para a delegacia da Polícia Civil, onde a tentativa de comércio ilegal virou boletim de ocorrência e, muito possivelmente, dor de cabeça judicial. A arma e as munições foram apreendidas e o caso agora segue sob investigação.
Moral da história? Promoção boa é só a do arroz, do feijão e, com sorte, do chocolate. Tentar vender revólver em supermercado pode até parecer “criativo”, mas o único brinde garantido é um camburão com ar-condicionado natural e um tour grátis pela carceragem.
O que era pra ser uma “oferta relâmpago” virou mesmo foi tempestade na vida do rapaz. Porque quando o produto é ilegal, o destino final é sempre o mesmo: cadeia com validade indeterminada.


